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quinta-feira, 25 de setembro de 2014

Farmacinha em Casa

Se seu filho já começou a andar você deve ter percebido que o número de tombos aumentou e muito né? Aqui em casa pelo menos foi assim, vira e mexe a Manu se estatela no chão e vai somando hematomas e arranhões.

MdeMulherFonte: M de Mulher

IMPORTANTE: Segundo a pediatra da Manu, no caso de machucados o ideal é só lavar com água e sabão neutro, já os hematomas precisam de gelo e alguma pomada de arnica.

Além dessas receitinhas simples, é importante montar a sua bolsinha de primeiros socorros para você ter em casa e levar sempre que sair. O que ela precisa ter:

· Números de emergência: Telefones do pediatra (consultório e celular, se possível), número da carteirinha do plano de saúde do bebê, endereço do hospital mais próximo, nomes e telefones de dois vizinhos ou familiares que morem perto (para o caso de você precisar de ajuda, como tomar conta de um dos filhos ou uma carona até o hospital). Números de emergência.

· Termômetro.

· Analgésico/antitérmico líquido ou em gotas. Veja quais são os indicados pelo seu pediatra.

· Colher medidora para preparar soro caseiro ou soro em pó (procure em farmácias ou postos de saúde).

· Cremes ou loções para picadas de inseto ou queimaduras do sol.

· Líquido bactericida (por exemplo os à base de clorexidina) ou água oxigenada para limpeza de cortes e machucados.

· Curativos adesivos para machucados.

· Embalagens pequenas de compressas de gaze.

· Um rolo de atadura de gaze.

· Um rolo de esparadrapo antialérgico ou fita microporo.

· Uma tesoura para cortar a gaze.

· Pinça para retirar ferrões ou farpas.

· Soro fisiológico.

· Repelente e protetor solar.

· Remédios indicados pelo médico para lidar com alguma doença crônica.

Nunca deixe esse kit ao alcance do seu bebê. Agora, com toda a curiosidade que ele tem, isso tudo vai para boca.

Fonte: http://brasil.babycenter.com/a3200019/farmacinha-dom%C3%A9stica#ixzz3DOHwWuqh

quarta-feira, 24 de setembro de 2014

10 dicas para o banho do bebê

Quando a gente chega da maternidade, com aquele bebezinho tão pequeno no colo, muitas vezes começa a perceber que mesmo tendo pensado em tudo, não foi suficiente. Afinal, antes do bebê chegar a gente só tem a teoria, e somente com ele em casa é que podemos ver se tudo funciona. E é exatamente assim que funciona com o banho.

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Abaixo algumas dicas para a hora do banho ser mais tranquila:

1 - Onde colocar a banheira
O melhor lugar para dar banho é aquele que você consegue montar a banheira, tem espaço para você se movimentar, e espaço para trocar o bebê, para que ele nào passe frio indo de um cômodo a outro. Lembre-se também que a banheira deve estar a uma altura que você nào precise ficar curvada, senão nào há coluna que aguente.

2 - O tipo do sabonete
Esse é uma escolha super pessoal, e muitas vezes quem escolhe é a própria pele do bebê. Os dermatologistas costumam indicar sabonetes neutros e glicerinados, por serem menos abrasivos, com menor chance de irritar a pele. Uma dica é perguntar na maternidade qual o sabonete usado lá e, caso o bebê tenha se adaptado bem, continuar com o mesmo em casa. u particularmente gosto demais do sabonete líquido da Natura Mamãe e Bebê, e usei muito esse quando Alice era recém-nascida.

3 - Lavar a cabeça todos os dias
Nos recém nascidos o recomendado é que se lave a cabeça todos os dias sim, pois podem ter crostinhas resultados ainda de sujeira do parto. Depois de um mês, se estiver muito frio e você perceber que o bebê está com a cabeça bem limpinha (sem restos de leite, por exemplo) não há mal algum em deixar um diazinho sem lavar.

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4 - A temperatura da água
A temperatura ideal para o banho do bebê é entre 35º e 37º, água morna, dependendo do dia (mais quente ou mais frio. Para saber se a água está nessa temperatura você pode usar um termômetro de banho, à venda em lojas especializadas em bebês e até mesmo em farmácias, ou colocar o ante braço na água e ver se está morninha (tem que ser o antebraço, que tem a pele mais sensível).

5 - Precisa lavar a banheira
Depois de alguns banhos é normal aparecer uma crosta de sujeirinhas na lateral da banheira, é gordura que se acumula. Ela pode ser lavada com água e detergente e a parte mais macia de uma esponja.

6 - Secador no cabelo
Antes dos 6 meses de idade nào é recomendado o uso de secador para secar os cabelos dos bebês, pois eles podem irritar o couro cabeludo e você nem perceber. Depois dessa idade pode, mas sempre no morno, e bem longe do couro, cerca de 50 cm.

Mamães: cuidados com a cinta no pós-parto!

Muitos médicos são taxativos ao dizer que a cinta não ajuda a recuperar mais rápido a barriga, isso é apenas uma daquelas “sabedorias populares” que não têm base nenhuma em afirmações científicas.

Eu usei nos primeiros dias do meu pós-parto por que meu ginecologista disse que eu tinha que usar por que minha barriga voltaria ao normal mais rápido. Só que comecei a achar aquilo tão desconfortável que não fazia sentido na minha cabeça aquilo ser bom, daí fui pesquisar na internet.

file_11 (1) Fonte: http://www.breastpumps.com/Belly-Bandit-Bamboo.htm

Descobri um link para um episódio do programa Bem Estar onde o médico afirmava que o uso era completamente desnecessário e até prejudicial na recuperação da barriga. Clique aqui e assista o programa, o trecho que fala sobre cinta no pós-parto começa aos 8 minutos e 53 segundos.

Eu tenho certeza que muitas amigas, mães e tias de vocês usaram e juram de pé juntos que funciona, mas a verdade é que elas recuperaram a forma por questões genéticas ou de exercício, não por conta de um espartilho moderno.

Os ginecologistas concordam que a cinta pode auxiliar a dar uma sensação de segurança no pós-parto da cesárea, pois ao comprimir a região da cicatriz, sentimos menos dores ou incomodo ao nos movimentarmos, nesse sentido a cinta pode ser útil.

Em entrevista para o UOL, Marco Antonio Capel, ginecologista e obstetra da Maternidade Pro Matre, em São Paulo, afirma: "O mito em relação à cinta é que, usando ela, a barriga vai voltar mais rapidamente ao lugar. Ela tem seu tempo para voltar ao normal, o organismo vai se adaptando à ausência da gravidez, e a barriga some",

Para o obstetra Corintio Mariani Neto, da Sogesp (Associação de Obstetrícia e Ginecologia do Estado de São Paulo), o uso do acessório pode até atrapalhar esse processo natural. "Ao comprimir os músculos da região abdominal, a cinta impede que eles trabalhem de modo fisiológico para eliminar a flacidez, decorrente da distensão a que foram submetidos durante a gravidez, e assim recuperem o tônus anterior", afirma o obstetra. Para ele, se o objetivo é recuperar a musculatura, é preferível que a mulher faça exercícios abdominais, quando for liberada para atividade física por seu médico.

Se mesmo assim você optar pela cinta, alguns cuidados são importantes:

· Converse antes com o seu médico e veja o que ele indica

· Não use se a região da cesárea estiver com qualquer sinal de inflamação;

· Não vista logo após o parto, pois estamos com gases e ela pode trazer desconforto;

· Não aperte demais a ponto de sentir dor.

Fonte: http://mulher.uol.com.br/gravidez-e-filhos/noticias/redacao/2013/08/05/no-pos-parto-cinta-traz-conforto-mas-nao-poe-a-barriga-no-lugar.htm

terça-feira, 23 de setembro de 2014

5 razões para ir ao dentista AINDA NA BARRIGA!

Você sabe porque uma gestante deve procurar um dentista, tão logo souber da gravidez? Abaixo nossa nova colunista, Hellen Quintela, lista 5 motivos pelos quais as novas mamães não precisam esperar o bebê nascer para cuidar da boca e dos dentes.

1. A gestante pode ter problemas gengivais que, sem que saiba, aumenta em até quatro vezes o risco de parto prematuro;

2. Indo ao dentista, ainda gestante, além da prevenção habitual, ela receberá orientações de como higienizar a boquinha do seu bebê, e saberá como fazê-lo desde o nascimento;

3. Além de como higienizar, a mamãe aprenderá que alguns hábitos podem ser danosos à saúde bucal do seu bebê, como assoprar a comidinha do bebê, por exemplo (risco de transmissão de cárie!);

4. O bebê que tem a boquinha higienizada pela mamãe diariamente, terá benefícios futuros, podendo ter somente consultas de prevenção ao dentista;

5. E ainda mais: esse bebê provavelmente será uma criança que não oferecerá resistência a trabalhos odontológicos futuros.

Se você quiser saber como foi a primeira visita da Manu ao dentista, clique aqui e confira o nosso post que conta cada detalhe desse dia.

A prevenção é garantia de odontologia sem traumas!

 

sexta-feira, 19 de setembro de 2014

Como tratar a conjuntivite em bebês

Em agosto Alice foi diagnosticada com conjuntivite duas vezes, em menos de 30 dias. Só de ver o olhinho dela lacrimejando, já me parte o coração, porque já sei bem o que vem por aí.

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Como essa foi uma doença recorrente, e em menos de 2 anos Alice já teve 3 vezes, fui pesquisar mais sobre o assunto, e trouxe alguns dados para vocês.

O que é?
Conjuntivite é a inflamação da conjuntiva, membrana fina e transparente que reveste os olhos. Trata-se de uma das doenças oculares mais comuns, com grande potencial de transmissão entre as pessoas. Os olhos ficam avermelhados, irritados, e dificultam a visão. Mas, quando acomete crianças pequenas, incapazes de manifestar exatamente o que as incomoda, a doença exige medidas extras por parte dos oftalmologistas.

Como diagnosticar?
Ao menos sinal de excesso de secreção nos olhos, ou excesso de irritação, leve a criança a um pronto-socorro oftalmológico. É importante ir a um PS apropriado, para que os exames específicos sejam feitos.

De acordo com Renato Neves, diretor-presidente do Eye Care Hospital de Olhos, em São Paulo, em crianças e bebês, o exame da conjuntiva também deve incluir os linfonodos – responsáveis por combater a infecção. “É muito importante ter ciência dos ambientes frequentados pelo paciente, sendo informado, também, se há outros relatos da doença na família ou no ambiente escolar. Em determinados casos, também fazemos a cultura da lágrima para analisar a existência de bactérias e definir o tipo de antibiótico a ser prescrito”.

De acordo com o médico, o tipo mais comum de conjuntivite é a infecciosa, podendo ser causada por vírus ou bactérias. “A bacteriana é relativamente fácil de tratar e muitas vezes evolui espontaneamente para a cura. Já a viral é responsável por mais de 90% dos casos de conjuntivite, tem caráter epidêmico e deve ser tratada por uma ou duas semanas, até que esteja curada definitivamente. Em caso de complicações, é importante fazer um tratamento rigoroso, podendo ser transmitida pelo contato físico, manual, ou através de objetos de uso comum.

Como tratar?
O tratamento da conjuntivite, tanto em crianças e bebês, como em adultos, depende do agente causador. Geralmente, compressas de água fria são recomendadas para aliviar a ardência e o mal-estar provocados pela irritação. Também é comum orientar o paciente a usar lágrimas artificiais, soro fisiológico e determinados colírios. Casos graves exigem medicação via oral em conjunto com o alívio local.

“O paciente infectado tem de intensificar a higiene ocular, evitar contato com outras pessoas, lavar muito bem as mãos várias vezes ao dia e usar lenços e toalhas descartáveis. Os pais devem cuidar para que as crianças não fiquem coçando os olhos durante o tratamento, evitando que elas compartilhem brinquedos com outras crianças durante os quinze dias que geralmente dura a doença”, adverte Renato Neves.

Fonte: Prof. Dr. Renato Neves, médico oftalmologista e diretor-presidente do Eye Care Hospital de Olhos, em São Paulo

Transtorno de Gênero na Infância

crianca-transgenero-nem-menino-nem-menina-6-55-1024Fonte: Vila Mulher - Coy Mathis. Foto: Reprodução Mail Online

Tenho ensaiado há muito tempo uma forma de escrever sobre esse tema sem que eu interfira no que cada um acredita ou nos dogmas religiosos. Por isso, vou falar com base exclusiva no que a psiquiatria fala e em artigos que li.

Em 2013, a história do menino americano Coy Mathis, de 6 anos, que se identifica como menina e é aceito pelos pais, ganhou bastante repercussão, pois ele tinha tido problemas na escola ao querer usar o banheiro feminino. Segundo a família, Coy age assim e brinca com bonecas desde que tinha 1 ano e meio.

O que é o transtorno de gênero?

Segundo entrevista ao site G1, o psicólogo clínico e psicanalista Rafael Cossi, autor do livro "Corpo em obra" define com transexual a pessoa que tem um transtorno mental e de comportamento sobre sua identidade de gênero, ou seja, nasce biologicamente com determinado sexo, mas se vê pertencente a outro e cogita fazer tratamentos hormonais e cirurgia para mudar o corpo físico. Ao contrário do que já acreditaram psicanalistas no passado, esse não é um caso de psicose, com alucinações e delírios.

Entretanto, outros psiquiatras não gostam de estigmatizar como um transtorno mental, mas sim um transtorno do desenvolvimento cerebral, ou seja, é um fator biológico.

Os estudos da psiquiatria são unânimes ao apontar que é possível identificar o transtorno de gênero já nos primeiros anos da infância. Por isso, eles entendem que transexualidade não é uma escolha e é diferente do homossexualismo.

É possível perceber que a identificação com o sexo oposto e o desejo em assumir um novo gênero começa entre os 4 e 6 anos. Mas ainda não é possível dar um diagnóstico específico, pode ser apenas uma brincadeira e não realmente um transtorno, é preciso acompanhar a evolução do comportamento da criança junto com um psicólogo.

De acordo com o psiquiatra Alexandre Saadeh, coordenador do Ambulatório de Transtornos de Identidade de Gênero e Orientação Sexual do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas (HC) em São Paulo: “É muito comum crianças inverterem os papéis, e quando é algo pontual não há maiores problemas. Mas, se isso se tornar um hábito frequente, diário, o menino querer mudar de nome, usar presilha e brinco, é indicado que os pais e o filho passem por uma avaliação profissional antes de qualquer coisa, para ver se essa é uma questão familiar que a criança está tentando resolver dessa forma ou se já é um transtorno de gênero", afirma.

"A escola também não deve reprimir, mas chamar os pais, explicar o que está acontecendo e aproveitar essa oportunidade para educar também com as diferenças. E não é porque uma criança vê outra fazendo algo que vai querer imitá-la, elas não são macaquinhos", destaca Saadeh.

E Rafael Cossi complementa: "Hoje em dia, sabe-se que existe um cérebro feminino e um masculino, determinado no útero da mãe por hormônios masculinos circulantes. E isso interfere no desenvolvimento cerebral para uma linhagem feminina ou masculina. A cultura e o ambiente também têm importância, mas a determinação é biológica", acredita o médico.

Quais são os indícios?

A criança pode querer usar a roupa do sexo oposto ou ser chamada por outro nome, ficar deprimida, irritada ou até agressiva por ser obrigada a se comportar como não se reconhece. Ela constantemente quer ser tratada como o sexo oposto e se isolam quando percebem que o comportamento incomoda os pais. Mas só um profissional poderá pesquisar essas características a fundo para saber o que se passa de verdade com a criança.

O que fazer após um diagnóstico positivo?

Pais e filho precisaram da ajuda de um profissional para entender e não negar o que está acontecendo, ajudando a criança a vivenciar quem ela é sem nenhuma censura.

É claro que não é fácil para nenhum pai ou mãe aceitar e apoiar o seu filho quando muitas vezes nem ele entende ou aceita esse tipo de condição, mas devemos amar os nossos filhos por quem eles são de verdade e não pelos padrões do que consideramos normais.

Como os pais podem ajudar?

Por mais difícil que seja nunca repreenda seu filho por querer brincar de boneca ou uma menina por querer jogar futebol, dizendo “isso é coisa de menina ou menino”. A sua repreensão não impedirá que o transtorno se desenvolva e nem o fato deles quererem fazer isso quer dizer que tenham o transtorno.

O ideal é agir com naturalidade (mesmo que você não sinta isso) diante dessas situações e tentar verificar se é só uma curiosidade de momento ou um comportamento repetido, sem censurar seu filho.

Mostre-se amigo e compreensivo, escute-o sem apontar o que seria certo ou errado, pois assim, seu filho terá que lidar apenas com a sua difícil condição pessoal e não com a rejeição da família.

Existem um filme bem bacana que pode ajudar a entender mais o tema:

Tom Boy

tomboy Laure (Zoé Héran) é uma garota de 10 anos, que vive com os pais e a irmã caçula, Jeanne (Malonn Lévana). A família se mudou há pouco tempo e, com isso, não conhece os vizinhos. Um dia Laure resolve ir na rua e conhece Lisa (Jeanne Disson), que a confunde com um menino. Laure, que usa cabelo curto e gosta de vestir roupas masculinas, aceita a confusão e lhe diz que seu nome é Mickaël. A partir de então ela leva uma vida dupla, já que seus pais não sabem de sua falsa identidade. Assista ao trailer: https://www.youtube.com/watch?v=x5FPVuR52x8

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/fsp/equilibrio/78916-o-pior-e-confundir-transtorno-de-genero-e-homossexualidade.shtml

           http://saude.hsw.uol.com.br/troca-de-sexo1.htm

           http://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/2013/03/transexual-pode-se-descobrir-ja-na-primeira-infancia-dizem-especialistas.html

           http://vilamulher.com.br/mae-filhos-familia/criancas/crianca-transgenero-nem-menino-nem-menina-8-1-55-1024.html

terça-feira, 16 de setembro de 2014

Qual a idade ideal para tirar fralda, chupeta, peito ou mamadeira?

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Eu tenho me perguntado ultimamente, será que existe uma idade certa para tirar a chupeta , fralda ou a mamadeira de um bebê? Eu fico encanada e até me culpo por ter dado a chupeta para Manu e por ainda dar leite na mamadeira.

Fui pesquisar e ler um pouco a respeito e descobri que a fase ideal é a que é certa para o bebê, não existe um momento onde obrigatoriamente todas as crianças precisamos mudar algum hábito. Temos que prestar atenção aos sinais de maturidade que nosso pequenino envia com seu comportamento, pois a chance da mudança ser menos traumática para ele e para você é bem maior. Então, se seu filho têm três anos e ainda usa fraldas, chupeta, ou mamadeira você não está errada e ele é normal.

A questão é que precisamos ajuda-los a mudar esses hábitos para a saúde e independências deles, por isso temos que achar uma forma de fazer isso sem que haja um trauma para o pequenino.

Os especialistas calculam idades médias que seriam as mais adequadas para que essas mudanças começassem a acontecer:

· Deixar de usar fraldas: entre 2 e 4 anos.

· Amamentação prolongada: entre 2 e 3 anos.

· Deixar de mamar na mamadeira e usar o copo de transição para tudo: aos 12 meses.

· Tirar a chupeta: o período mais fácil seria após os 6 meses, quando a criança já aprendeu a dormir a noite inteira.

Eu fiquei bem mais tranquila quando vi esses prazos, por que nada dizia que eu tinha que conseguir tirar a fralda da minha pequena exatamente quando ela fizesse X anos, não é assim, vamos tentar e se as coisas forem difíceis eu sei que é normal. Ufa!

Fonte: http://delas.ig.com.br/filhos/fraldas-mamadeira-chupeta-existe-idade-certa-para-largar/n1237984418530.html

sexta-feira, 12 de setembro de 2014

Relato de Parto – Cesárea

IMG_0238 Antes de falar da minha experiência quero dizer que cada parto é um parto, o que eu disser aqui não necessariamente irá acontecer com você tá?!

Meu parto foi extremamente programado, a Manu nasceu exatamente com 38 semanas, em uma linda quarta-feira de sol, às 15h16 para ser mais exata.

A cirurgia não foi minha opção, fui induzida pelo meu médico por eu ser Streptococcus Positivo eu conto mais sobre isso nesse post – http://www.papomaternidade.com.br/2014/05/o-exame-deu-strepcoccus-positivo-e.html

No dia foi assim, cheguei às 7h da manhã e meu parto estava agendado para as 12h. Eu tive que chegar um pouco mais cedo para tomar algumas doses de antibiótico por conta do strepto. Estava em jejum desde as 22h da noite anterior, mas a ansiedade boa era tão grande que confesso que não senti fome.

Tirei toda a roupa e fiquei com aquele avental chatinho, além de uma touca que não era a última moda em Paris com certeza rs. Despedi-me da família e entrei por uma portinha que só eu e a enfermeira podíamos entrar. Ali eu também me despedia da minha antiga vida e sabia que começava uma nova, que eu não fazia ideia de como seria.

Fui para uma sala que lembra muito a ala de medicação de pronto-socorro, cheio de grávidas tomando remédios ou em macas, cada uma por um motivo. Tinha grávida com a bolsa estourada, com sangramento, com contração e eu, sem nada, só tomando meu antibiótico (senti muita falta do meu celular nessa hora rs).

Confesso que a agulha que eles colocaram para medicação e que ficaria comigo até a minha saída do hospital doeu um pouco, acho que foi a parte mais chatinha de tudo.

Chegou a hora marcada para o parto e nada, deu overbooking de grávidas e não tinha centro cirúrgico livre para mim. Eu que não estava muito ansiosa, mas confesso que comecei a ficar, por que não sabia quando o show ia começar. Fiquei três horas revezando entre deitada e sentada em uma maca, escondida por uma cortininha.

De repetente veio meu médico e me disse que havia conseguido uma sala de cirurgia e que em breve vinha me buscar. Quando as enfermeiras vieram o coração acelerou, mas ao mesmo tempo eu senti uma paz imensa. Era hora de virar mamãe!

O médico me explicou como seria a cirurgia, um pouco do pós-operatório e dos procedimentos que faríamos. Veio o anestesista e conversou comigo, me explico como era a injeção, que ela era mais fina do antigamente, apesar de ser nas costas era só a sensação de uma picada, que eu não sentiria minhas pernas por algumas horas e gradativamente meus movimentos voltariam.

IMG_0229 Eu realmente não senti quase nada com a injeção nas costas, foi bem tranquilo mesmo. Eu havia feito dela um bicho de sete cabeças, mas na prática foi como uma injeção comum.

Eu comecei a não sentir minhas pernas, eles colocaram a sonda, amarraram o meu braço a dois suportes (fiquei na posição de cristo redentor) e deixaram meu marido entrar.

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Como foi o parto? Eu não sei, eu não vi rs. Eu só sei que 15 minutos depois a Manu vinha ao mundo, com a carinha mais inchada, lambuzada e linda do mundo.

 IMG_0242 Tiramos algumas fotos e meu marido foi convidado a se retirar, pois eles começariam a dar os pontos e dar aquela arrumada na bagunça. Levaram a Manu para fazer os testes e ela desceu para o berçário um pouco depois que voltei para o quarto, umas três horas depois da cirurgia. Essa parte foi um pouco estranha, você fica ali deitada, não pode se mexer, as enfermeiras ficam conversando e você querendo sair, ver seu bebê, mas não pode, tem que esperar.

Fui levada para uma sala de recuperação cheia de grávidas no pós-operatório. No hospital onde a Manu nasceu, você fica nessa sala até a hora que começa a voltar os movimentos da sua perna, só depois vai para o quarto. Foi um pouco incomodo por que eu tomei morfina (acho que toda grávida toma, não tenho certeza) e senti uma coceira danada, me explicaram que era uma reação normal.

Não sei por que eu ficava lembrando o filme Kill Bill. Quando a personagem da Uma Thurman sai do coma e não conseguia andar e ela olhava para o pé e ficava mandando os dedos se mexerem, eu fazia a mesma coisa rs.

Fui para o quarto duas horas depois do parto, ainda muito cansada e com fome, mas sem coceira, pois já tinha melhorado. Eu não sentia dor, mas sentia certa pressão no ventre.

IMG_0259A Manu veio para o quarto uns 30 minutos depois que eu cheguei e enfim fomos apresentadas formalmente rs. A enfermeira veio me ensinar a dar de mamar, os passos para não deixar o leite empedrar (nada de tomar banho quente e deixar a água caindo em cima do peito). E orientou com todas as informações que eu precisava saber sobre esse procedimento tão desconhecido até então. Eu não tive muito sucesso, mas tentei bastante.

IMG_0277Tem uma parte que é esquisita, depois que o bebê nasce a gente fica menstruada automaticamente, fiquei com um tipo de pano dobrado para conter o sangramento, como se fosse uma fralda. Sentia-me um pouco suja.

Eu rezava por um banho e meu desejo se realizou. Eu pude colocar um absorvente normal e um pijaminha. Já coloquei também a cinta com a ajuda das enfermeiras, mas tirava para dormir. No mesmo dia do parto o meu médico veio me ver a noite, olhou os pontos e me passou todas as orientações para aquela fase.

Fiquei três dias no hospital, nesse período eu não senti dor, nem incomodo, foi tudo muito bem. Era só difícil dormir por que ou a Manu acordava para tentar mamar ou entrava uma enfermeira para me dar remédio. Foi bem cansativo!

E no sábado, após o almoço ganhamos alta e partimos eu, meu marido e a Manu, nada prontos e sem a menor ideia de como as coisas funcionariam, mas cheios de amor e coragem <3

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quinta-feira, 11 de setembro de 2014

Bebês com crise de perda de fôlego (criança que toma o choro)

Bebe-chorando Fonte: http://pt-br.aia1317.wikia.com/wiki/Arquivo:Bebe-chorando.jpg

Alguém já passou pela situação em que o seu bebê no meio de uma crise de choro perde o fôlego e até desmaia por alguns segundos? Por pior que esse cenário possa parecer, na maioria dos casos, isso é um acesso emocional, gerado pela boa e velha manha.

As crises acontecem com mais frequência quando o bebê completa um ano de vida e começa andar, querendo ficar mais independente. É nessa fase que começamos a dizer “não” e repreendemos suas atitudes. A frustração que ele sente é tão grande que ele chora com tanta intensidade que pode levar ao espasmo do choro, quando ele perde o ar e pode até ficar com o rosto roxinho.

Como a Manu nunca passou por isso eu fui pesquisar para entender melhor, mas antes de qualquer coisa, explique os episódios para o seu pediatra e deixe que ele identifique se seu bebê “toma o choro” mesmo ou se é outra coisa.

Características principais:

· A idade típica para que as crises comecem é entre os 6 e 18 meses;

· Não há uma periodicidade, pode acontecer várias vezes ao dia ou uma vez por ano;

· Ocorre por estímulos emocionais (raiva, frustração...);

· Normalmente a criança chora e prende a respiração, podendo levar a perda de consciência;

· Por mais que pareça, não é uma convulsão;

· Dura em média 20 segundos (os mais longos da sua vida);

· Não há o que ser feito.

Tenho certeza que esse último item te deixou um pouco frustrada né? Eu imagino. Mas os médicos dizem que a única coisa que podemos fazer é não apoiar o comportamento dos nossos filhos, não podemos superestimar o problema.

Se a gente se assusta e dá muita atenção à criança vai repetir esse comportamento todas as vezes que se sentir contrariada. Também não podemos entrar no jogo do nosso pequenino e não contraria-lo e dar o que ele exige para que não tenhamos que enfrentar uma crise.

Existem dois tipos de crise:

· Cianóticas: quando a pele da criança fica arroxeada. Costuma ser desencadeada por uma situação de estresse como dissemos antes. A criança para de respirar, fica pálida, parece que fica inconsciente por alguns instantes e volta a respirar rapidamente, voltando a chorar.

· Não-cianóticas: a pele fica pálida e acontecem sem choro, motivadas por um susto, uma batida forte ou um acesso de vômito. A respiração sofre um bloqueio de momento, podendo levar a perda de consciência.

Os dois cenários são muito tensos e por mais que eu tente dizer que o melhor a fazer é não perder a calma e ficar tranquila por que nada grave está acontecendo, é difícil passar por isso né?

Uma sugestão para lidar com as crises é tentar direcionar a tenção da criança para outro assunto , para tentar interromper o chilique. Caso não consiga, tenha paciência e lembre-se: nada de errado vai acontecer.

No momento da crise:

· Fique ao lado do seu filho, mas não entre em pânico;

· Não adianta tentar reanima-lo;

· Não adianta assoprar ou molhar o rosto dele;

· Não adianta passar álcool em seus pulsos;

· Não tente virá-lo de lado, de cabeça para baixo ou dar tapas em suas costas.

· Lembre-se: ele está tentando chamar a atenção.

Quando acontecer a primeira crise, converse imediatamente com o seu pediatra para que o diagnóstico seja feito por um especialista.

Fonte: http://www.pediatriaemfoco.com.br/posts.php?cod=174&cat=4

quarta-feira, 10 de setembro de 2014

Viagem - 5 cuidados para ter com o bebê na praia

A maior parte dos pediatras só indica que os bebês conheçam a praia a partir dos 6 ou 8 meses. Foi assim com a Manu e a Alice, e logo que liberou a gente partiu pra praia, afinal as duas deram sorte de nascer em famílias de amantes do litoral.

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É preciso, entretanto, ficar atento aos riscos que tanto o sol, quanto a areia e a água podem trazer. Abaixo 6 cuidados importantes para ter com o bebê na praia.

1 - Exposição ao sol
Antes dos 6 meses a pele do bebê ainda é muito sensível e o ideal é que seu tempo de exposição ao sol não passe de 15 minutos, e sempre nos horários de sol mais fraco (antes das 10h e depois das 16h). Para os maiorzinhos, aplique protetor solar com FPS superior a 30 e reaplique a cada meia hora, mesmo nos dias nublados.

2 - Alimentação
Não é indicado oferecer às crianças pequenas nenhum alimento vendido na praia, como milho cozido, espetinho de queijo ou até mesmo picolés. O ideal é que seu filho tome muitos líquidos, de preferência água e sucos naturais feitos por você e mantidos em copo térmico ou bolsa térmica. Se a fome apertar, ofereça uma fruta levada por você, biscoitos integrais ou biscoitos de polvilho.

3 - Água doce após a água do mar
A chuveirada após o banho de mar é super recomendada para tirar o excesso de sal do mar que fica na pele. Algumas crianças têm a pele mais sensível, e o sal pode causar algum tipo de irritação. Então a dica é que assim que sair da praia dê uma chuveirada na criança tirando o excesso de areia e de sal. Quando chegar em casa dê banho não muito quente e passe hidratante em seguida.

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4 - Água no ouvido
Se seu pequeno reclamar que entrou água no ouvido, deite-o com a cabeça virada, com o ouvido que incomoda virado para baixo e aguarde. Um pedacinho de algodão na entrada do conduto auditivo pode ajudar. Se ele continuar reclamando de dor, procure o pediatra, pois pode ter se iniciado uma otite. Fonte: bebe.com.br.

5 - Acessórios
Mãe e bebê na praia resultam em bolsa enorme e cheia de tralhas. Não economize. Coloque chapéu no pequeno, se o sol estiver forte cubra-o com uma camisetinha de tecido leve. Capriche no protetor solar, tenha bolachinhas, biscoitos e frutas. Não se esqueça da garrafinha de água potável, e leve também uma garrafa de água de torneira, para lavar as mãos e rosto da criança/bebê depois que ele brincar com areia.  Tenha também uma toalha para enxugar seu filho após o banho de mar se ele sentir frio, e uma ou duas trocas de roupa. Para os bebês, leve três ou quatro fraldas de praia/piscina, lenços umedecidos e muitos brinquedinhos.

Síndrome do bebê sacudido

bebe_sacudido_principal Fonte: Prefeitura de Itanhaém

Muitas vezes para tentar acalmar o bebê quando ele está chorando descontroladamente, acabamos dando umas sacudidas no intuito de faze-lo parar de chorar. Mas tome muito cuidado, você já ouviu falar da Síndrome do bebê sacudido?

É a sequela causada por aquele chacoalhão meio descontrolado, onde o cuidador do bebê o sacode para frente e para trás sem apoio da cabeça, com força. Isso pode acontecer também em um momento de emergência, tipo um engasgo, onde o bebê pode ser chacoalhado por conta do desespero de seu acompanhante.

Os casos de SBS apesar de menos recorrente, também podem acontecer durante as brincadeiras como sacudir muito o bebê, jogar ele para cima e pegar e pular com ele no colo. A frequência dessas ações é que pode gerar as sequelas.

Extraí um trecho de uma matéria da revista Crescer que pode esclarecer um pouco mais as consequências:
“O bebê pequeno tem a cabeça maior que o corpo, com o pescoço mole, sem a musculatura bem desenvolvida. Ao fazer movimentos bruscos, de extrema aceleração e desaceleração, podem ocorrer lesões cerebrais”, diz Márcia Sanae Kodaira, pediatra e coordenadora médica da unidade de emergência e internação do pronto atendimento infantil do Hospital Santa Catarina (SP).

A síndrome afeta principalmente crianças com até dois anos de idade. Quando acontece o movimento brusco a cabecinha do bebê sofre a força da gravidade, o cérebro sacode com a velocidade, ricocheteando nas paredes do crânio o que pode gerar danos cerebrais sérios de diferentes níveis.

Mas pode ficar tranquilo, não é aquele balancinho de leve que fazemos para colocar o bebê para dormir ou o chacoalhar do carrinho, esses são atos de amor e de carinho que só fazem bem!
Fonte: http://revistacrescer.globo.com/Revista/Crescer/0,,EMI107222-15326,00.html
           http://www.itanhaem.sp.gov.br/noticias/2013/dezembro/Sacudir_bruscamente_bebe_pode_causar_serias_consequencias.html







terça-feira, 9 de setembro de 2014

Colar de âmbar. Você já ouviu falar? Será que funciona?

Eu sou muito fã de medicina natural e alternativa, mas faço e sei muito menos sobre o assunto do que eu gostaria.Estava lendo uma revista quando vi uma matéria sobre o uso de colares de âmbar para ajudar as crianças a dormirem bem e eliminar as dores causadas pela erupção dos dentes.

O uso medicinal do âmbar é uma tradição na Europa e esta se popularizando recentemente. Não da para dizer que isso não é um pouco de moda né? Principalmente por que essa prática ganhou fama depois que a top model brasileira Gisele Bündchen publicou uma foto da sua filha, Vivian, usando o acessório:

colar ambarFonte: Instagram Gisele Bündchen.

O que é o âmbar?

É o fóssil de uma resina vegetal com mais de 50 milhões de anos encontrado principalmente nos Bálticos. Só têm as propriedades as pedras dessa região. Nele há uma substância chamada ácido succínico que é apontado por alguns estudos como um composto que fortalece o sistema imunológico, estimula o sistema nervoso e melhora a atividade metabólica. Ele seria um tipo de analgésico e anti-inflamatório natural. Mas será mesmo?

Especialista em saúde dizem que não há nem uma prova científica sobre a eficácia do uso do colar ou do contato com a pedra. Existem relatos de experiências pessoais, mas nenhuma prova propriamente dita.

Como funciona?

Quem usa ou defende o uso diz que o contato com o calor da pele aquece as pedras que liberam o ácido em quantidades bem pequenas no corpo da criança.

Tem algum risco?

Eu não achei nenhuma pesquisa que falasse de algum perigo em relação a substância liberada pela pedra. Porém, a Associação Brasileira de Odontopediatria se posiciona oficialmente contrária ao uso do colar durante a fase da dentição por conta do risco de asfixia.

Outras Ongs que trabalham com questões sobre segurança infantil, defendem que não é seguro nenhum tipo de colar em bebês, muito menos na hora do sono, quando os pais não conseguiram vigiar o tempo todo.

Uma alternativa seria usar como colar ou pulseira, mas ai tem o perigo da criança colocar na boca.

Como saber se o colar é de verdade ou falso?

· Coloque uma ou duas gotas de acetona ou álcool em umas duas contas do colar, se ficarem grudentas ou mudar a cor é falsa.

· Misture uma parte de sal com duas de água e coloque a peça, se boiar é verdadeira.

· O âmbar não é gelado como vidro, ele é mais morno.

Eu confesso que adoro essas terapias holísticas e que estou muito tentada a comprar esse colar quando a Manu for um pouco maior (agora ela tentaria arrancar, certeza).

Se você curtiu a ideia, pesquise um pouco mais sobre o tema e veja mais dicas de segurança para o uso da peça.

Fontes: Revista Crescer de Agosto de 2014.
http://gnt.globo.com/maes-e-filhos/materias/mitos-e-verdades-colar-de-ambar-melhora-a-denticao-do-bebe.htm

segunda-feira, 8 de setembro de 2014

As rotinas para o sono

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Eu brinco que eu sou a “louca da rotina”, adoro seguir regrinhas, deve ser algo que não resolvi na terapia com essa mania de querer controlar as coisas rs.

Mas a verdade é que com criança a rotina funciona muito bem, porém umas se adaptam mais cedo e outras levam mais tempo, com paciência todas entram no ritmo.

O sono é o momento mais difícil de controlar, muitas as crianças acordam mais à noite, tem dificuldades para dormir cedo, não cochilam duram o dia entre outros exemplos.

É muito comum que por conta do ritmo de vida, ao chegar tarde do trabalho, que os pais queiram brincar com os filhos para matar a saudade. Só que isso ocorre justamente na hora que os estímulos deviam ser diminuídos para a hora do sono, o que faz a criança dormir tarde.

Eu tenho uma regra, se a Manu bocejou ou ficou irritadinha eu presumo que é sono, retiro todos os brinquedos, abaixo o me tom de voz, acelero a rotina (banho, comida...) e dou o que ela quer, ou seja, descanso.

Você já ficou tão cansado que não conseguia dormir? Pois é, o mesmo acontece com as crianças, se elas passam a mensagem que estão com sono e nós não percebemos a chance deles irem do cansado para o hiperativo é gigante.

Algumas sugestões para melhorar a rotina:

· Estabeleça um horário da soneca e uma hora para a criança ir para cama. No sono noturno não é bom passar das 22h, se puder ser antes melhor. O ideal é não deixar assistir DVDs ou músicas agitadas, não fazer brincadeiras muito animadas e retirar todos os brinquedos com barulho ou luzes a noite. Já comece o processo do sono uns 30 ou 40 minutos antes. Guarde os brinquedos, coloque o pijama, escove os dentes, leia uma história...

· Evite o balanço como isca para o sono. Esse hábito é importante para acalmar o bebê em uma crise de choro ou algo assim, mas acostuma-lo a dormir com balancinho no colo, no carrinho, andando de carro ou sair caminhando com ele pela casa, pode ser um tiro no pé. Como faremos isso com uma criança de três anos?

· Tenha uma rotina. Siga os mesmos passos, exemplo: banho, jantar, historinha, música leve, leitinho e cama. Isso vale para os bebês e para os maiores, a rotina do sono é boa para todos.

· Crie suas próprias regras e as siga. Os bebês se sentem confortáveis com previsibilidade, mantenha sua rotina. Os maiores começam a querer criar seus próprios hábitos, mas não perca as rédeas. Sabe aquela história que você leva para a caminha e no meio da noite a criança acorda querendo ir para sua cama? Se não é o que você quer, não aceite essa atitude. Por mais cansativo e exaustivo que seja não desista.

· Passar do berço antes da hora. Não existe uma idade certa para a criança ir para a caminha, porém alguns especialistas dizem que as crianças estão prontas para ir por volta dos três anos. Mas se sua necessidade pede a mudança, faça e avalie o impacto, se seu filho tiver dificuldade de lidar com o sono, volte atrás e espere que ele esteja pronto.

· Não há regras para exceção. Bebê doente, enjoadinho ou qualquer coisa do tipo permite tudo, desde que não seja regra.

Fonte: http://brasil.babycenter.com/a3400221/os-seis-grandes-erros-da-hora-de-dormir#ixzz3Bb34Fm3x

sexta-feira, 5 de setembro de 2014

Mastite - o que é e como tratar

No dia que Alice fez 1 mês, no começo da tarde comecei a ter febre alta, por volta de 38,5 graus e me sentir muito muito muito cansada, como se uma forte gripe viesse por aí. O dia foi passando e eu preparei bolo, lanchinhos e doces, porque algumas amigas e pessoas da família me disseram que dariam uma passada aqui em casa, para comemorar esse dia especial com a gente. Quando começaram a chegar eu não me aguentava em pé, foi difícil.

Depois que todos foram embora, fui amamentar e percebi que saía menos leite do peito direito, além de doer um pouco. Fui analisar e percebi uma vermelhidão no seio, só de um lado. Massageei bastante e quando apertei o bico, em um dos ductos saiu um leite amarelado, como se fosse uma manteiga. Como já era de madrugada, não tinha como falar com minha GO, então corri no Google e procurei alternativas.

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A primeira sugestão que encontrei foi a de fazer compressa com água quente, e tirar um pouco de leite, pois a mastite pode ser provocada por acúmulo de leite nos ductos. E assim o fiz. Compressa e muita massagem, e em seguida a bombinha para tirar um pouco de leite (aliás, a bombinha foi essencial!). Fiz esse processo por cerca de duas horas, e em seguida ainda coloquei a bebê para mamar nesse peito. Confesso que doía muito, eu chorava, mas aquilo precisava passar.

Para ajudar com a dor tomei um analgésico e antitérmico, fiz tudo o que escrevi acima e somente quando a manteiguinha se dissolveu eu fui dormir. No dia seguinte fiz mais massagem logo pela manhã, tirei mais leite e dei muitas vezes o peito direito para Alice mamar. No fim do dia estava muito melhor, eu não tinha mais febre, a vermelhidão passou e eu não precisei ir ao médico.

Entretanto, a mastite pode ser muito mais grave, que deve ser tratada com antibióticos. Por isso, ao primeiro sinal de febre alta, calafrios e manchas vermelhas nos seios, procure seu GO ou até mesmo o pediatra ou a maternidade em que deu à luz.

Segundo o Babycenter, “já se sabe que na maioria das vezes a mastite é causada pela "estase láctea", ou seja, o leite "volta" porque sua eliminação é menor que sua produção. Se você não tiver conseguido fazer com que seu bebê abocanhe direitinho a mama, o leite não sairá na quantidade adequada. Também há outras causas para a mastite, como quando o peito fica cheio demais natural dos seios, depois que o leite "desce" pela primeira vez, a imposição de uma rotina muito rígida para a amamentação e até um trauma (como uma batida) no seio. Tudo isso pode provocar a estase láctea, que leva à mastite.”

Abaixo as principais dicas caso você suspeite de mastite:

  • Tenha certeza de que seu bebê está pegando bem o seio.
  • Experimente posições diferentes para amamentar, para ver se o bebê pega melhor o seio.
  • Amamente sempre que puder, para manter a mama afetada o mais vazia possível.
  • Ordenhe o excesso de leite com as mãos ou com uma bombinha depois da mamada, se sentir que o bebê não chegou a esvaziar o peito.
  • Algumas mulheres preferem tirar o leite com a bombinha porque acham que ela é mais eficiente que o bebê para esvaziar o peito -- e principalmente quando estão com os mamilos rachados. Depois dão o leite materno ao bebê no copinho ou na mamadeira.
  • Se você estiver se sentindo indisposta, descanse o máximo que puder, e não recuse ajuda nos cuidados com a casa.
  • Talvez você sinta algum alívio com a aplicação de compressas quentes na área afetada, ou com uma boa chuveirada com água quentinha. Há outras mulheres, no entanto, que se sentem melhor com compressas frias.
  • Experimente fazer uma leve massagem nos seios enquanto o bebê está mamando, para ajudar o leite a sair. Mas cuidado: uma massagem muito vigorosa pode até piorar a mastite, empurrando mais leite materno para dentro dos tecidos da mama.
  • Você também pode tomar analgésicos para a dor. Alguns anti-inflamatórios e o paracetamol podem ser tomados durante a amamentação. Converse com o médico.

Fonte: http://brasil.babycenter.com/a1600060/mastite#ixzz3BvwqtWNs

segunda-feira, 1 de setembro de 2014

Calendário de vacinação

Vacinar o seu filho, desde o nascimento, é a melhor maneira de protegê-lo contra doenças. Sabemos que existem inúmeras frentes contra as vacinas, principalmente as que defendem que os pequenos indivíduos desenvolvam por si só condições para combater os vírus. Entretanto, as mamães aqui do Papo Maternidade acreditam que vacinar é sim uma forma de amor. Afinal, muitas doenças já foram contidas, e até mesmo erradicadas, como é o caso da varíola, graças às vacinas.

Sim, nós sabemos que há uma conta gigante por trás disso, que muito faturam muito devido às vacinas, que empresas farmacêuticas fazem lobby para que mais vacinas sejam dadas, e dessa forma podemos ficar descrentes sobre sua real necessidade. Entretanto, entendemos que o órgão maior da saúde de nosso país, o Ministério da Saúde, é e deve sempre ser responsável por oferecer à população informação e verdade sobre isso. Portanto, seguimos sim as recomendações do Ministério, com base no Programa Nacional de Imunizações, e da Sociedade Brasileira de Pediatria.

Dito isso, vocês sabem exatamente quando e contra o quê devem vacinar os pequenos? A primeira vacina, chamada BCG, é dada ainda na maternidade, e protege o bebê contra as formas mais graves de tuberculose. Ainda na maternidade o bebê recebe também a primeira dose da vacina contra Hepatite B. Depois disso o bebê só volta a ser vacinado aos 2 meses, com a tão temida pentavalente, que muitas vezes dá reação, causando até 24 horas de febre nos pequenos.

Para ajudá-los preparamos uma tabela com as datas de todas as vacinas recomendadas, que você pode imprimir e colar na porta do guarda-roupa do pequeno, ou então colocar na primeira página daquela pasta que você fez com todos os seus documentos. Que tal?

Para fazer o download do seu arquivo em PDF basta clicar na imagem acima. O download deve começar automaticamente. Se não começar, clique aqui.

Lanches saudáveis para lancheira (vale para bebês e crianças)

Na escolinha da Manu, quando o bebê começa a andar firme ele é promovido para o Maternalzinho, deixando as regalias e o mundo “bebê” do berçário. Agora que ela está no maternal a escola me avisou que tenho que mandar um lanchinho da tarde. Eu pirei o cabeção aqui para conseguir saber o que inventar de lanche, por que em casa é mais fácil oferecer coisas saudáveis, mas para escola, preciso mandar coisas práticas e fáceis e a maioria das comidinhas assim não são nada saudáveis.

Fui pesquisar no santo google dicas de alimentos para mandar na lancheira e descobri uma matéria do UOL com várias opções:

LANCHE 1:

lanche

1 fatia de 100 g de bolo de banana caseiro integral (veja a receita a seguir) e 250 ml de suco de uva integral. A bebida pode ser de caixinha, desde que não contenha açúcar, corante e excesso de conservantes. O suco de uva previne doenças cardiovasculares e diabetes. Já o bolo integral é outra forma de oferecer doce saudável para a criança

BOLO DE BANANA INTEGRAL

Ingredientes:

10 a 12 bananas nanicas bem maduras, em rodelas;
1 xícara e 1/2 (chá) de farinha de trigo integral;
1 colher (chá) rasa de fermento;
3 ovos inteiros;
1/2 xícara (chá) de nozes picadas;
2 colheres (sopa) de óleo de girassol ou óleo de coco;
1 vidro de leite de coco light;
1 colher (café) de canela;
1 xícara e ½ (chá) de açúcar de coco ou açúcar mascavo

Modo de preparo: bata as claras em neve e reserve. Em outro recipiente, bata as gemas com o açúcar e o óleo até formar um creme claro. Quando o creme aumentar de volume, acrescente a farinha, o fermento e o leite de coco. Desligue a batedeira e insira, delicadamente, as bananas, as nozes, a canela e a clara em neve. Despeje a mistura em uma forma untada com manteiga e farinha e leve ao forno preaquecido por 35 a 40 minutos

LANCHE 2:

cereja

Sanduíche feito com pão francês integral, 1 fatia de mussarela de búfala, tomate cereja, manjericão à vontade e 1 fio de azeite. Para acompanhar, 250 ml de suco de pêra. A bebida pode ser de caixinha, desde que não contenha açúcar, corante e excesso de conservantes. Acrescentar legumes e ervas naturais ao lanche é uma forma de habituar a criança a consumir esses alimentos. A mussarela de búfala é uma opção saborosa e mais saudável se comparada a embutidos como presunto e peito de peru, que contêm grandes quantidades de corantes e gordura saturada.

LANCHE 3:

milho

Milho de uma espiga cozida com pouco sal e 250 ml de suco de tangerina. A bebida pode ser de caixinha, desde que não contenha açúcar, corante e excesso de conservantes. O milho é rico em vitamina A, importante para garantir a boa saúde dos olhos. Já o suco de tangerina contém vitamina C, que ajuda a proteger o organismo de diversas doenças, além de ser antioxidante.

LANCHE 4:

lanche 4

6 unidades de cookies integrais e 250 ml de suco de maçã integral. A bebida pode ser de caixinha, desde que não contenha açúcar, corante e excesso de conservantes. Os cookies integrais são fontes de carboidratos complexos, que liberam energia gradualmente para o organismo, mantendo o pique das crianças durante todo o dia. Já o suco de maçã é rico em quercetina, substância que favorece a imunidade.

LANCHE 5:

lanche 2

1 fatia de 100 g de bolo caseiro de laranja com nozes (veja receita a seguir) e 250 ml de suco natural de abacaxi com hortelã. O doce caseiro é muito mais saudável do que os industrializados, por conter fruta natural e oleaginosas, estas últimas fontes de gorduras do bem. Adicionar hortelã ao suco de fruta ajuda a combater infecções de garganta e de estômago, comuns em crianças que estão no início da vida escolar.

BOLO DE LARANJA COM NOZES

Ingredientes:

1 xícara (chá) de farinha de arroz;
1 colher (sopa) de amido de milho;
suco de 2 laranjas; raspas de 1 laranja;
1 xícara (chá) de açúcar mascavo;
2/3 xícara (chá) de leite de coco;
1/2 xícara (chá) de nozes trituradas até obter uma farinha;
1 xícara (chá) de óleo de coco ou óleo de canola;
2 gemas;
1 colher (chá) de fermento em pó;
2 claras em neve

Modo de preparo: preaqueça o forno a 180ºC. Bata na batedeira, por dois minutos, as gemas com o açúcar e o óleo. Acrescente a farinha de arroz e o amido. Bata por mais dois minutos. Adicione o suco de laranja, a raspa de laranja e o leite de coco. Bata por mais dois minutos. Coloque o fermento, a farinha de nozes e as claras em neve. Mexa delicadamente. Despeje a mistura em uma forma, untada com óleo de coco e farinha de arroz. Leve ao forno por cerca de 20 minutos ou até espetar um palito no centro do bolo e ele sair seco. Espere esfriar para desenformar.

LANCHE 6:

lanche 3

Sanduíche de pão francês integral com três colheres de sopa de pasta de frango com ricota (veja receita a seguir), 250 ml de água de coco e 1 banana. O sanduíche garante absorção lenta do açúcar e geração constante de energia para a criança. A água de coco hidrata e é fonte de minerais, como cálcio e magnésio. Já a banana é rica em potássio e fibras

PASTA DE FRANGO COM RICOTA

Ingredientes:

250 g de peito de frango cozido;
4 colheres (sopa) de ricota amassada;
sal e azeite a gosto.

Modo de preparo: misture todos os ingredientes. Tempere, tomando o cuidado de usar pouco sal.

LANCHE 7:

 cenoura

Sanduíche de pão de forma integral com 3 colheres de sopa de queijo cottage e cenoura ralada (temperado com orégano e azeite) e 250 ml de suco natural de laranja com cenoura. O lanche garante energia para o dia todo e fornece vitaminas, minerais e fibras, que auxiliam no trânsito intestinal.

LANCHE 8:

polvilho

6 a 8 unidades de biscoito de polvilho sem gordura e leite (à venda em casas de produtos naturais) e 250 ml de suco natural de abacaxi com laranja. O biscoito é uma fonte de gordura benéfica para a saúde. Já o suco contém vitamina C, que reforça o sistema imunológico.

LANCHE 9:

pão de queijo

4 pães de queijo caseiros pequenos (veja receita a seguir), 250 ml de suco de laranja natural e 25 g de uva passa. O pão de queijo caseiro pode ser feito em grande quantidade e congelado. Ele é mais saudável do que os produtos prontos vendidos em supermercados, que podem conter excesso de gordura e de sódio. O suco de laranja é rico em vitamina C. Mesmo perdendo alguns nutrientes com o passar do tempo, é mais saudável do que as versões industrializadas. Já a uva passa contém vitaminas, minerais e fibras.

PÃO DE QUEIJO (sem queijo)

Ingredientes:

500 g de batata inglesa ou batata baroa sem casca;
um pouco da água do cozimento das batatas;
2 xícaras (chá) de polvilho doce;
1/2 xícara (chá) de polvilho azedo;
1 colher (café) de fermento em pó;
1 colher (chá) rasa de sal marinho;
1/2 xícara (chá) de azeite de oliva;
1 colher (sopa) de sementes de chia

Modo de preparo: descasque e pique as batatas. Coloque-as em uma panela e cubra com água. Leve ao fogo até ficarem bem macias. Coloque as batatas em uma vasilha e amasse com as mãos ou com auxílio de um garfo. Acrescente o azeite, misturando bem e reserve. Em outra vasilha, misture os polvilhos com o sal, a chia e o fermento. Aos poucos, adicione o purê de batata na mistura de farinhas. Ao final, acrescente um pouco da água do cozimento até ficar em uma textura fácil de modelar. Unte uma assadeira com um pouco azeite e coloque as bolinhas. Leve ao forno preaquecido (220°C) e asse por cerca de 40 minutos.

LANCHE 10 :

bisnaguinha

2 bisnaguinhas integrais com geléia de fruta natural sem açúcar e 250 ml de suco de pêra. A bebida pode ser de caixinha, desde que não contenha açúcar, corante e excesso de conservantes. As bisnaguinhas integrais oferecem energia para o dia todo, enquanto a geléia é mais uma forma de inserir frutas na alimentação.

Fonte: http://mulher.uol.com.br/gravidez-e-filhos/album/2014/08/20/sem-ideia-do-que-por-na-lancheira-da-crianca-veja-dez-opcoes-saudaveis.htm?mobile&imagem=1

sexta-feira, 29 de agosto de 2014

Dicas Caseiras para bebê com Intestino Preso

Antes fazer ou seguir algumas das dicas que que vou passar aqui, lembre-se se falar com o seu pediatra e verificar se ele aprova que você ofereça algumas desses alimentos para o seu bebê.

Chá de Ameixa seca

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Ferva uns 90ml de água com três ou quatro ameixas secas e deixe esfriar, quando o chá estiver morno você pode oferecer para o bebê, na mamadeira caso ele já mame ou se ele só mama no peito, ofereça de colher ou no copinho.

Obs.: A pediatra da Manu que me ensinou esse chá quando ela tinha uns dois meses.

Vitamina

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Fonte: http://bebe.abril.com.br/materia/vitaminas-de-frutas-bem-nutritivas-para-os-pequenos

Troque o leite puro da tarde por um leite batido com mamão ou outra fruta que tenha poder laxante.

Obs.: Comecei a fazer isso quando a Manu tinha 5 meses.

Frutas

frutas

Fonte: http://ameliamajd.overblog.com/tag/saude/

Se o seu bebê tem muita prisão de ventre é importante que você evite frutas que não tenham muitas fibras, foque nas com efeito laxante como: laranja, tangerina, mamão, abacate, manga, quiwi, ameixa preta.

Obs.: Comecei a oferecer as frutas quando a Manu fez 5 meses, conforme orientação da pediatra.

Leite com água de ameixa seca

ameixa-seca

Coloque na mamadeira a água na quantidade normal para o preparo do leite artificial e acrescente as ameixas. Deixe descansar por algumas horas, retire as ameixas e depois prepare o leite da sua forma habitual com essa água.

Obs.: Comecei a fazer isso quando a Manu tinha uns 11 meses, mas converse com sua pediatra, pode ser que ela libere antes.

Mingau de Aveia com banana prata e ameixa

Aveia

Fonte: http://www.outramedicina.com/135/beneficios-da-aveia

Para bebês que usam leite em pó:

Ingredientes

150ml de água
3 colheres de sopa de aveia em flocos
1 banana prata
3 ameixas secas sem caroço

Modo de Fazer

Ferva a água com as ameixas, quando levantar fervura acrescente a aveia. Cozinhe a aveia em fogo baixo, mexendo de vez em quando por aproximadamente 6 ou 8 minutos, depende do fogão. A textura é bem molinha. Coloque o mingau em um prato com a banana já amassada e misture. Acrescente as porções do leite conforme a quantidade de ml de água usada que propõe a marca de leite em pó que você usa e misture. Eu sempre coloco uma medida a menos por que muita água evapora na fervura. Espere amornar e ofereça para seu bebê o mingau com as ameixas e tudo. Você pode trocar a banana por outras frutas como abacate.

Obs.: Comecei a oferecer quando a Manu fez 1 ano. Peguei essa receita no blog http://www.asdeliciasdodudu.com.br/

Azeite na comida

azeite Fonte: Oba Gastronomia

Coloque uma porção extra de azeite extra virgem na comida do seu bebê, o óleo também atua como laxante.

Obs.: Comecei a fazer isso quando a Manu estava com 10 meses.

Arroz Integral

arrozFonte: Panelinha IG 

A pediatra da Thiara sugeriu que ela sempre oferecesse esse tipo de arroz para sua bebê.

quinta-feira, 28 de agosto de 2014

Você sabia que os bebês enfrentam crises de crescimento?

Uma das grandes descobertas da maternidade para mim foi descobrir que os bebês enfrentam momentos de conflito de idade, parece coisa de adulto né? Mas não é, eles também sentem as mudanças de seu “amadurecimento”.

Vou falar especificamente das crises do primeiro ano de vida, lembrando que, nem toda criança passa por essas crises, ou se passa pode ser de forma mais leve ou mais aguda.

CRISE DOS TRÊS MESES

3 Meses

O primeiro trimestre de vida é conhecido como período simbiótico, que na ciência significa quando um animal vive dentro de outro.

Quando o bebê completa três meses, segundo alguns autores, é como se ele nascesse de novo, por que até então ele achava que ele e a mãe eram a mesma pessoa. De repente ele percebe que há uma diferença. Então é como se batesse uma ansiedade ao não saber como ter o leite, as fraldas limpas e o aconchego. Será que o outro vai voltar? Como eu faço para que isso aconteça?

As crises começam de uma hora para outra, podem ter sinais como bebê não querendo mamar, dificuldade de sono ou mudança de hábito, antes dormia bem e depois começou a acordar chorando durante a noite. Nada agrada, não quer colo, nem carrinho, nem berço, tudo incomoda.

Calma mamãe, eu passei por isso e te falo, é chatinho mas passa. Segundo alguns especialistas essa fase de adaptação dura em média 15 dias, depois o bebê encontra o seu ritmo de novo.

É muito importante que você converse com o seu pediatra para que ele possa confirmar se vocês estão apenas enfrentando uma crise de idade ou uma doença, não é legal fazer o diagnóstico sozinho.

O bebê não vai precisar tomar nem um remédio, apenas de muito amor e carinho e uma dose extra de paciências dos papais, lembre-se sempre, VAI PASSAR.

CRISE DOS 5 E 6 MESES

6 Meses

Papais, não fiquem tristes com o que vou dizer, mas até agora o bebê não sabia muito bem que vocês existiam com exceção dos pais que conviveram e assumiram os cuidados do filho, ai o bebê o reconhece como contei na fase anterior.

Como o pai normalmente não fica tão próximo do bebê quanto a mãe, o normal é que nessa fase o bebê comece a reconhecer que seu núcleo é formado por três indivíduos, a mãe, ele e o papai, e ai rola a segunda crise, ele precisa reconstruir seu pequeno mundo com a figura do papai.

Essa crise costuma ser mais leve que a anterior, o bebê pode ter um pouco de alterações do sono ou falta de apetite. Como essa também costuma ser uma fase que começam a nascerem os primeiros dentinhos, pode ser difícil identificar o que é que.

Esse é um momento onde muitas mães voltam a trabalhar e sofrem com a separação, é como se houvesse um novo parto e a criança poderá sentir essa insegurança da mãe.

Mesmo que não seja o caso dessa separação, mas o papai tem um papel fundamental para ajudar a mãe a se separar de seu bebê, a entender que nem a dependência dela e nem do bebê é saudável.

CRISE DOS 8 MESES

8 Meses

Bom, até para que fique claro, as crises podem variar um pouco, então a crise dos 8 meses pode acontecer aos 9 ou aos 10. Todas as crises se relacionam ao trimestre de vida que o bebê inicia.

A Manu não passou por essa crise, mas todas as minhas amigas que passaram disseram que foi super difícil, essa é realmente a mais tensa de todas, pois dura mais tempo e as mudanças nos hábitos do bebê são mais significativas.

Pais tenham muita paciência, essa crise dura de três a quatro semanas.

Os sintomas são mais acentuados como alteração de sono (o bebê pode acordar umas 10 vezes durante a noite), chorando de forma estridente, pode perder o apetite ao ponto de rejeitar qualquer alimento e ficar agitado, inquieto e insatisfeito com tudo.

Bom, alguns pais preferem enfrentar essa fase colocando o bebê para dormir com eles, devido ao cansaço e por achar que a criança se sentirá mais segura. Eu não pratico a cama compartilhada (quando pais e filhos dormem juntos) então não posso julgar. Mas segundo alguns psicólogos o bebê não precisa disso para se sentir seguro, a segurança se dá para os pais que precisam do bebê perto para diminuir sua ansiedade.

Eu li muito a respeito dessas crises de sono e os autores sugerem que a mesma seja administrada pela mãe. Acontece que na cabecinha do bebê, quando a mãe se afasta ela nunca mais vai voltar, esse é o motivo da crise. Então se o neném chora e outra pessoa vem acudir, a mãe realmente não voltar.

Nessa fase o desafio do pequenino é entender que a mamãe vai se afastar e vai voltar, ele não consegue entender essa lógica ainda, é uma fase bastante assustadora e por isso mais intensa.

A Tracy Hogg, a Encantadora de bebês, sugere que a mãe faça os seguintes passos quando o bebê chora em seu berço durante a noite:

· Quando o bebê chorar, deixe que ele permaneça sozinho por alguns instantes para dar oportunidade que ele se acalme sozinho.

· Se o choro não cessar vá até ele. Se ele estiver muito nervoso, pegue-o no colo, sem falar muito e quando ele se acalmar, antes de dormir, coloque-o no berço. Você pode dar leves tapinhas em seu bumbum para que ele sinta que você ainda está presente.

· Se ele voltar a ficar nervoso, repita esses passos com toda paciência do mundo e uma hora o bebê se adapta.

Outra sugestão dos pediatras é dar ao bebê um objeto de transição, um paninho, brinquedinho ou chupeta especial. O objeto tem o objetivo de mostrar que as coisas não somem, vai simbolizar a mãe, então se for um paninho ou ursinho é legal que ela deixe seu cheiro no objeto (dê beijinhos, abrace...).

CRISE DE 1 ANO

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Essa crise relaciona a dependência versus a independência do bebê, coincide com os primeiros passos da criança.

Eu passei por essa crise quando a Manu fez um ano e um mês, assim que ela começou a andar. Foi uma fase muito diferente. A Manu sempre foi muito desapegada, brincava bem sozinha, mas de repente, ao mesmo tempo em que aprendeu a ser mais independente ela começou a cobrar mais a minha presença.

Ela se agarrava na minha perna na cozinha, me puxava, ficava pedindo colo a todo o momento e tudo isso era muito mais intenso comigo, quando eu contava para os outros até parecia que eu estava mentindo.

Parecia que ela queria ganhar o mundo e não deixar de ser bebê e é bem disso que essa fase se trata.

Todas as crises têm sintomas muito parecidos, perturbação de sono, de apetite ou agitação.

É preciso tentar deixar a criança se adaptar a esse novo momento sem forçar a sua independência. Por mais que a gente queira que eles saiam andando e explorando tudo, o bebê ainda precisa do seu tempo certo para fazer isso. Quando eu tentava forçar a Manu a treinar os primeiros passos ela se jogava não chão, ela simplesmente não queria fazer isso nesse momento.

Essa crise é mais individual, cada criança vai passar por ela de um jeito, por isso os pais precisarão de muita tranquilidade e criatividade para achar uma forma de lidar com essa fase.

Lembre-se que a pesar de serem momentos difíceis, essas crises representam marcos do crescimento dos nossos bebês, então há muito que se ganhar com cada uma delas, são momentos extraordinários da vida.

quarta-feira, 27 de agosto de 2014

Como tirar a chupeta do bebê

Atenção mamães e papais! Esse post não é para julgar a decisão de ninguém, muito menos para discutir sobre o uso ou não da chupeta. Só quero contar minha experiência para vocês, e acalmar alguns corações de mães e pais por aí.

Quando Alice nasceu ela teve icterícia, como já contei aqui. Ela teve que ficar tomando banho de luz durante mais de 24 horas para tirar o amarelado da pele, e por isso não podia ficar muito no colo. Colo era só para mamar, e logo tinha que voltar para o bercinho. Acontece que Alice chorava muito no berço, muito mesmo, mesmo que já tivesse mamado. Em um determinado momento cheguei a ficar com ela por 3 horas no peito, porque ela realmente só chorava quando estava no berço.

Nessa hora a enfermeira entrou no quarto e disse que se eu não a deixasse no berço iriam lhe dar água com açúcar para encher a barriguinha e ela ficar quietinha lá. Gelei! Foi quando percebi que o problema da Alice não era fome, e sim a vontade de chupar. Seguindo as recomendações da maternidade, eu não havia levado chupeta, e agora me arrependia amargamente. Passei o começo da noite, cerca de duas horas, com o dedo mindinho enfiado dentro do bico de silicone que eu tinha levado para o caso de ter dificuldade de amamentar, e com ele na boca dela. E ela sugava loucamente e dormia como um bebê.

Foi então que a enfermeira de plantão soltou: Papai, vai lá e compra uma chupeta para essa criança, ela tem necessidade de sucção, mas não pode ser do berço por causa do banho de luz. Marido saiu na mesma hora, e voltou com uma chupeta salvadora. E foi aí que tudo começou.

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Sim, Alice sempre chupou chupeta. E quer saber? Era um alívio! Porque quando ela começava a ficar chatinha, chupeta nela, e pronto. Bebê se aclamava e dormia em segundos. Poupou muitas horas de papais acordados, e nos garantiu noites muito mais bem dormidas. Mas agora, depois de um ano e meio, nós sabíamos que a chupeta já havia cumprido seu papel inicial, e que agora era muito mais uma questão de mania do que de necessidade. E foi então que um dia decidimos: já está na hora de tirar a chupeta.

A estratégia foi bem simples: meu priminho estava para nascer, dentro de 15 dias, e começamos a contar para a Alice que o Pedrinho iria nascer, e seria um bebezinho muito pequeno. Dizíamos a ela todos os dias que ela já é uma mocinha, e que o Pedrinho é que era bebê, e que quando ele nascesse ela deveria dar as chupetas todas para ele. Dissemos isso insistentemente, até que ela começou a repetir. Quando perguntávamos o que ela daria ao Pedro quando ele nascesse, ela já dizia: as pepês. E quando perguntávamos para quem ela daria as pepês na próxima semana, ela dizia: o pêto (no caso, Pedro em Alicês).

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E assim foi. O Pedro nasceu em uma segunda-feira, e naquela noite mesmo nós duas, Alice e eu, separamos todas as chupetas. Nós só o veríamos na noite seguinte, mas já ficamos sem a chupeta desde a primeira noite. Juntamos todas, colocamos em um saquinho e guardamos na mala. Sim, ela pediu a pepê para dormir. Marido e eu dissemos calmamente que as pepês estavam guardadas para o Pedro, que agora ela era moça e teria que dormir sem. E ela logo emendou: Tetê!

Demos a mamadeira e ela dormiu. Acordou na madrugada somente uma vez, pediu a pepê, conversamos de novo e ela dormiu. Na soneca da tarde seguinte ela chorou novamente, pediu a pepê, e dormiu depois de meia hora chorando. A noite fomos visitar o Pedrinho e levamos todas as chupetas para ele. Ela entregou meio a contra-gosto, mas entregou, todas as 14 chupetas (!).

Nessa segunda noite foi mais fácil. Ela só pediu uma vez, e logo aceitou o tetê no lugar da pepê, rs. Não pediu mais. Faz 23 dias que o Pedrinho nasceu, e a retirada da chupeta foi um sucesso!

terça-feira, 19 de agosto de 2014

Bebê com Pneumonia

pneumonia Fonte: Site o Brasileirinho

Como eu contei no Post de ontem, a Manu foi diagnosticada com uma tal de Pneumonia atípica. Eu morria de medo dessa palavra “pneumonia”, mas ter passado por essa situação nos ajudou a desmitificar essa doença e descobri que com tratamento adequado tudo ocorre bem.

A Manu não teve tosse, o peitinho não chiava muito e não perdeu o apetite. O seu quadro foi de febre, prostração (bebê paradinho) e muita congestão nasal. O tratamento dela foi com antibiótico (a atípica não deixa claro se é vírus ou bactéria, por isso o medicamento mais forte), antitérmico, muito líquido e inalação. Ficamos só em casa, fugi das correntes de ar, do pé no chão, dos líquidos gelados e sempre enrolava ela depois do banho para evitar o choque térmico.

Como não sou médica, fiquei com receio de falar bobagem e resolvi buscar uma fonte para falar para vocês sobre diagnóstico e cuidados. O artigo do site Baby Center que segue me ajudou a entender pelo que eu passava:

Meu filho está com febre e muita tosse. Pode ser pneumonia?

Pneumonia é um termo genérico para infecções pulmonares, que podem ser causadas por vários tipos de agentes, como vírus e bactérias. Os principais sintomas são febre e tosse, bem parecidos com os da gripe, por isso o diagnóstico pode ser difícil.
Se seu filho estava resfriado ou gripado e piorou depois de alguns dias, ou se parece não melhorar nunca, mesmo depois de duas semanas, procure o médico. 

Como a pneumonia é diagnosticada?

Existem dois tipos principais de pneumonia, a viral e a bacteriana. A pneumonia viral normalmente começa como um resfriado, e vai piorando aos poucos. A criança pode ter febre acima de 38,5 graus, tosse que não melhora, além de respiração rápida e curta.

O início da pneumonia bacteriana tem um começo mais repentino. Os sintomas aparecem de uma hora para outra: febre alta, acima de 39 graus, respiração curta e ofegante e tosse. A perda de apetite e a falta de energia também são marcas registradas da pneumonia, mas é sinal de alerta o fato de a criança continuar prostrada e inerte mesmo depois de controlada a febre.

O médico vai auscultar os pulmões da criança com o estetoscópio. Quando há pneumonia, surgem sons anormais na respiração. Caso haja suspeita de pneumonia, seu filho terá de fazer uma radiografia de tórax para obter uma imagem dos pulmões.

Talvez o médico peça também outros exames, como um hemograma (exame de sangue) e coletas de amostras do nariz ou da garganta, para tentar identificar se a causa da infecção é viral ou bacteriana. Pode ser que o médico prefira fazer esses exames no hospital, porque os resultados já saem na hora.
Às vezes a pneumonia pode ser atípica, ou seja, aparecer sem tosse, por exemplo, ou com uma tosse seca, sem catarro -- ou até sem febre. Esse tipo de pneumonia pode causar pequenas epidemias familiares ou na escola, e costuma ser causado por vírus ou bactérias mais incomuns, como a clamídia e o micoplasma. Nesses casos, a melhora demora mais para acontecer que no caso da pneumonia bacteriana mais comum.

Há crianças que reclamam de dor na barriga quando estão com pneumonia, o que pode causar confusão no diagnóstico, e até desconfiança de apendicite. A dor abdominal pode ser causada por infecções nas regiões mais inferiores do pulmão, quando a pleura (camada que cobre o pulmão) é atingida.
Sempre que seu filho apresentar febre e mal-estar por mais de dois dias, contate o pediatra para ver se não é o caso de um exame mais detalhado.

Qual é o tratamento?

O tratamento vai depender do tipo de pneumonia, do estado geral da criança e da idade dela. A pneumonia viral, assim como todas as outras infecções provocadas por vírus, não responde a antibióticos. O tratamento, nesse caso, pode se limitar a repouso, administração de líquidos, remédios para a febre e eventuais inalações, para facilitar a respiração.

Caso a criança esteja muito fraca, os médicos podem preferir que ela fique no hospital, onde receberá líquidos pela veia e poderá respirar com a ajuda de uma máscara com oxigênio. Existem também tratamentos de fisioterapia respiratória que podem ser benéficos.

Quando a pneumonia é causada por bactéria, a criança tem de tomar antibióticos. Dependendo da gravidade, os antibióticos podem ser dados em casa, por via oral, ou no hospital, pela veia. Os outros tratamentos (inalação, oxigênio, fisioterapia respiratória e medicamentos para aliviar os sintomas) também são usados de acordo com o estado geral da criança.

Há algo que eu possa fazer para evitar que meu filho tenha pneumonia?

Sim, há medidas que você pode tomar para reduzir o risco de seu filho ter pneumonia:

Mantenha a vacinação dela em dia. As vacinas contra a bactéria Haemophilus influenzae tipo b (DTP Hib), contra a difteria e a coqueluche são importantes porque previnem doenças que podem levar à pneumonia.

Existe também uma imunização específica contra pneumonias provocadas pela bactéria pneumococo, oferecidas gratuitamente nos postos de vacinação.
Vale lembrar que nenhuma vacina imuniza contra todos os tipos de pneumonia. Converse com o pediatra e mantenha o calendário de vacinação do seu filho sempre em dia.

Lave sempre as mãos. O hábito de lavar as mãos com frequência, tanto as suas quanto as da criança, ajuda a evitar a disseminação dos agentes causadores da doença.

Não exponha seu filho à fumaça de cigarro. O ideal é largar o cigarro, se você ou o pai da criança fumarem. Estudos já mostraram que crianças que convivem com fumantes e com a fumaça do cigarro adoecem com mais frequência e são mais suscetíveis a doenças como pneumonia, infecções respiratórias altas, asma e otite.

Fonte: http://brasil.babycenter.com/a3400392/pneumonia-1-a-3-anos#ixzz39RtZP2ZS