Mostrando postagens com marcador Gravidez. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Gravidez. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 24 de setembro de 2014

Mamães: cuidados com a cinta no pós-parto!

Muitos médicos são taxativos ao dizer que a cinta não ajuda a recuperar mais rápido a barriga, isso é apenas uma daquelas “sabedorias populares” que não têm base nenhuma em afirmações científicas.

Eu usei nos primeiros dias do meu pós-parto por que meu ginecologista disse que eu tinha que usar por que minha barriga voltaria ao normal mais rápido. Só que comecei a achar aquilo tão desconfortável que não fazia sentido na minha cabeça aquilo ser bom, daí fui pesquisar na internet.

file_11 (1) Fonte: http://www.breastpumps.com/Belly-Bandit-Bamboo.htm

Descobri um link para um episódio do programa Bem Estar onde o médico afirmava que o uso era completamente desnecessário e até prejudicial na recuperação da barriga. Clique aqui e assista o programa, o trecho que fala sobre cinta no pós-parto começa aos 8 minutos e 53 segundos.

Eu tenho certeza que muitas amigas, mães e tias de vocês usaram e juram de pé juntos que funciona, mas a verdade é que elas recuperaram a forma por questões genéticas ou de exercício, não por conta de um espartilho moderno.

Os ginecologistas concordam que a cinta pode auxiliar a dar uma sensação de segurança no pós-parto da cesárea, pois ao comprimir a região da cicatriz, sentimos menos dores ou incomodo ao nos movimentarmos, nesse sentido a cinta pode ser útil.

Em entrevista para o UOL, Marco Antonio Capel, ginecologista e obstetra da Maternidade Pro Matre, em São Paulo, afirma: "O mito em relação à cinta é que, usando ela, a barriga vai voltar mais rapidamente ao lugar. Ela tem seu tempo para voltar ao normal, o organismo vai se adaptando à ausência da gravidez, e a barriga some",

Para o obstetra Corintio Mariani Neto, da Sogesp (Associação de Obstetrícia e Ginecologia do Estado de São Paulo), o uso do acessório pode até atrapalhar esse processo natural. "Ao comprimir os músculos da região abdominal, a cinta impede que eles trabalhem de modo fisiológico para eliminar a flacidez, decorrente da distensão a que foram submetidos durante a gravidez, e assim recuperem o tônus anterior", afirma o obstetra. Para ele, se o objetivo é recuperar a musculatura, é preferível que a mulher faça exercícios abdominais, quando for liberada para atividade física por seu médico.

Se mesmo assim você optar pela cinta, alguns cuidados são importantes:

· Converse antes com o seu médico e veja o que ele indica

· Não use se a região da cesárea estiver com qualquer sinal de inflamação;

· Não vista logo após o parto, pois estamos com gases e ela pode trazer desconforto;

· Não aperte demais a ponto de sentir dor.

Fonte: http://mulher.uol.com.br/gravidez-e-filhos/noticias/redacao/2013/08/05/no-pos-parto-cinta-traz-conforto-mas-nao-poe-a-barriga-no-lugar.htm

segunda-feira, 22 de setembro de 2014

Como saber se estou grávida?

IMG_2549

Quem já não ficou com aquela dúvida imensa se estava ou não grávida por conta de uma “escorregada”, por um atraso no ciclo ou por alguma mudança no corpo?

Fato é que tem mulheres que sentem ou pressentem, não sei, que estão concebendo uma vida. Eu não me conheço tão bem e só fui descobri que estava grávida lá pela 8ª semana de gravidez, depois de ter bebido um pouco de vinho e ter passado muito mal.

Eu fiz um ultrassom pélvico e um exame de sangue de gravidez com 10 dias de gestação e ambos deram negativo. Fiz esses exames por que eu precisava tomar uma medicação em um PS que não era recomendada para gestantes. Já pensou?!

Erro médico? Não, simplesmente o exame de sangue mede a quantidade de HCG que a mulher produz durante o ciclo menstrual e nosso corpo só começa a produzir depois de dez dias da concepção. Por isso, nos primeiros dias a quantidade de hormônio ainda pode estar abaixo da que é detectada pelo teste.

 

Existem dois tipos de exames, o de farmácia e o de sangue, ambos detectam o hormônio gonadotrofina coriônica humana que é produzido pela placenta quando estamos grávidas.

O Exame de Sangue

Esse é o exame mais confiável, pois consegue detectar a gravidez mais cedo que o de farmácia. Você pode fazer com ou sem pedido médico, porém, sem o pedido você terá que pagar para realização do exame. O preço médio aqui em São Paulo fica entre R$50 e R$90 e se você realiza-lo pela manhã, o resultado sai no mesmo dia.

Você não precisa ficar de jejum ou fazer nenhum preparo para exame, ele é bem rápido e prático.

Vale ressaltar que alguns laboratórios não fazem o exame sem pedido médico. Você terá que ligar para confirmar.

O Teste de Farmácia

Existem milhares de marcas e modelos com orientações diferentes, mas eles só trarão um resultado mais eficiente se você estiver grávida há algum tempo. Segundo os especialistas o ideal é realizar o exame a partir do primeiro dia de atraso da menstruação.

A primeira urina da manhã tem mais concentração de hormônios, por isso se sua ansiedade não deixa-la aguardar para ver se sua menstruação vai ou não atrasar, esse é o melhor momento. Caso você já esteja atrasada, qualquer horário será eficiente.

Lembre-se que se faz menos de uns 15 dias que você se relacionou sem proteção, dificilmente esse teste irá detectar a gravidez e poderá haver um falso negativo.

Os preços dos testes variam muito, tem de R$10 a R$50. Eu usei o mais barato e deu super certo o resultado, o importante é seguir as instruções e verificar se ele está na validade.

Fonte: http://revistacrescer.globo.com/Revista/Crescer/0,,ERT333885-10543,00.html

Livro O que Esperar Quando Você está Esperando – Heidi Murkoff, Arlene Eisenberg, Sandee Hathaway, B.S.N.

quinta-feira, 18 de setembro de 2014

A Segunda Gravidez, como será?

Andressa (80)

Cada gestação é uma fase única, o fato de você ter ou não ter sentido determinados sintomas na primeira, não quer dizer que sua segunda gravidez será igual. Porém, ficamos mais íntimas do nosso corpo e dos sintomas, e conseguimos reconhecer alguns sinais ou passar por algumas fases mais facilmente.

  • Você perceberá a gravidez mais cedo. Os sintomas até podem ser diferentes, mas você se conhece melhor e perceberá que algo está alterado em seu organismo. Você poderá sentir mais ou menos enjoos pela manhã, poderá se sentir mais cansada (sua jornada ainda inclui cuidar de um bebê ou criança, e de tão ocupada pode não tem tempo para sentir que está cansada, a micção frequente poderá surgir mais cedo.
  • Sintomas mais intensos na segunda gestação: aversão ou desejo de alguns alimentos, sensibilidade da pele, crescimento dos seios.
  • Provavelmente você aparentará estar grávida mais cedo, isso por conta do afrouxamento dos músculos do abdome e do útero. O peso e o tamanho do feto do segundo filho em diante costuma ser maior. As dores nas costas e articulações também podem ser maiores.
  • Você poderá sentir o bebê mexer mais cedo, também graças aos músculos mais frouxos. Você poderá sentir os chutes já entre 16 e 18 semanas de gestação.
  • Sua euforia será menor, não se preocupe. O primeiro filho é aquela surpresa, o desconhecido, queremos contar para todo mundo. O segundo já não é tanta novidade, você está feliz, só não tão surpresa.
  • As mães que farão o parto normal terão muito mais facilidade, justamente pelos tais músculos já frouxos combinados à experiência do seu corpo, que poderão auxiliar a chegada mais rápida do bebê, acelerando cada fase do trabalho de parto (desde que não haja complicações).
  • Você poderá sentir muito mais medo e isso é muito normal. Como darei conta de dois? E minhas finanças? Estou mais velha, será que ele terá algum problema? Meu filho terá ciúmes? E mais um milhão de dúvidas. Mas lembre-se: se tantas mulheres já passaram por isso, você também pode!

Cada gestação é um momento incrível de conhecer e passar nossas emoções e amor para nosso futuro bebê, por isso, não deixe que a ansiedade dessa fase atrapalhe a magia que uma nova criança trás para nossas vidas. Tudo dará certo, pode acreditar. ♥

quarta-feira, 17 de setembro de 2014

Uma grávida na moda

Não é por que você está grávida que deve usar roupas enormes e caretonas, para não dizer cafonas, não é verdade? Uma grávida antes de tudo tem que se sentir confortável e bonita, ou seja, nada de batinhas, vestidos hiper largos ou jardineiras reguláveis. Seja mais moderna!

Se você está grávida, nada como mostrar com orgulho o barrigão crescendo, é bonito demais! Mas não vai sair por aí com a barriga de fora, não é para tanto, mostrar a barriga é deixá-la em evidência sem se sentir ridícula em roupas enormes.

 Fonte: http://www.isabellaoliver.com

Algumas dicas para tornar o dia a dia da gravidez mais fácil, aproveitando peças que provavelmente você já tenha em casa:

* Evite calças apertadas, mesmo se for uma calça jeans própria para grávida!

Calças muito apertadas podem aumentar a tendência a celulite, não deixam a pele transpirar direito nem seus órgãos genitais! Uma questão de higiene e cuidado!

* Use tecidos maleáveis como a malha, o algodão, a lycra ou que contenha elastano na composição. Evite poliéster, pois esse componente não absorve suor (principalmente com relação às lingeries).

* Vestidos longos de malhas são perfeitos. Se ficar muito solto dá para disfarçar com um cinto de tecido, de elástico ou até mesmo um de couro fininho que dê para amarrar.

* Calça tipo pijama de viscose fica lindo em grávidas, use com blusas básicas ou camisetas divertidas ou lisas.

* No pé a escolha deve ser sempre por sapatos flats, ou seja, sem salto como sapatilhas, rasteiras ou tênis. O salto pode forçar o aparecimento de varizes ou vasinhos, além de deixar a perna ainda mais inchada.

* Se precisar comprar algo, dê preferência às peças que você pode aproveitar na amamentação, como camisas, blusas com botões, calças leves.


Fonte: http://walkingwithdancers.blogspot.com.br/

 
Fonte: http://www.barefootblonde.com/

 
Fonte: http://www.people.com/

 

segunda-feira, 15 de setembro de 2014

Como eu voltei ao meu peso após o parto

IMG_1116IMG_0215 

Fotos: Antes de ficar grávida e final da gravidez

Eu sempre fui magra, faz parte do meu biótipo e quando engravidei da Manu eu engordei 14kg. Eu até controlava um pouco a minha alimentação, mas normalmente eu escorregava e mandava ver em umas gordices.

IMG_1341 Eu tinha uma meta na minha cabeça, eu dizia a mim mesma “durante a gravidez OK, mas assim que a Manu nascer, chega”. Eu sabia que me alimentar bem seria bom para mim e para Manu, já que tudo o que comemos os bebês acabam absorvendo no leite.

Assim que eu saí da maternidade eu mudei completamente a minha alimentação e fiquei super regrada. Comia de três em três horas (dentro do possível com um bebê e sozinha em casa) e cortei tudo que era excesso ou que tinha gordura ou açúcar.

O pessoal de antigamente dizia que grávida precisava comer muito, comer canjicas e umas coisas fortes por causa do leite. Li muito a respeito e descobri que não, não é preciso comer coisas gordas para repor as energias. Precisamos sim, nos alimentar com frequência e não pular refeições, mas não precisamos de nada, além disso.

O que eu mudei na minha alimentação:

· Não bebia nada com açúcar.
· Sucos eram só aqueles de garrafa que misturam com água ou naturais.
· Não comia farinha branca, só integral.
· Não comia doces, só frutas ou sobremesas mais leves como gelatina. (mas nem um pedacinho, nada nada).
· Nada de fritura.
· Não comia embutidos (presunto, salame, mortadela...).
· Não comia fast food (pizza, hambúrgueres...).
· Evitava os queijos amarelos.
· Não tomei refrigerante.

Eu sei que parece impossível ficar regrada quando muitas vezes só queremos comer uma coisa gostosa para conseguir prazer em algo, já que nesse começo tudo é cansativo e meio sofrido. Mas não caia nessa armadilha!

Não se deixe levar pela falta de tempo para cair nas tentações das comidas rápidas e gordas. Eu fazia a maior parte da comida no final de semana junto com o meu marido, congelava ou guardava em potinhos na geladeira. Era só esquentar e comer. Tão prático quanto uma pipoca de micro-ondas ;)

Em 4 meses eu havia perdido o peso que eu havia ganhado na gestação e com maios ou menos 10 meses da data do parto, meu corpo estava mais parecido com o que era antes.

É claro que eu não posso dizer que o que eu fiz vai funcionar para vocês, cada pessoa têm uma genética diferente, mas tenho certeza que se alimentar bem vai trazer benefícios que vão muito além da perda de peso.

Olha como eu estou hoje:

IMG_2670

Eu fui e ainda sou um zero a esquerda para atividades físicas, eu começo e ai me enrolo e não faço mais nada. E posso garantir por experiência própria que emagrecer sem atividade física não é muito legal, a gente fica flácida e troca um problema por outro. Então, eu ainda tenho que correr atrás do prejuízo!

E vocês? O que fizeram ou fazem para voltar ao peso depois da gravidez?

sexta-feira, 12 de setembro de 2014

Relato de Parto – Cesárea

IMG_0238 Antes de falar da minha experiência quero dizer que cada parto é um parto, o que eu disser aqui não necessariamente irá acontecer com você tá?!

Meu parto foi extremamente programado, a Manu nasceu exatamente com 38 semanas, em uma linda quarta-feira de sol, às 15h16 para ser mais exata.

A cirurgia não foi minha opção, fui induzida pelo meu médico por eu ser Streptococcus Positivo eu conto mais sobre isso nesse post – http://www.papomaternidade.com.br/2014/05/o-exame-deu-strepcoccus-positivo-e.html

No dia foi assim, cheguei às 7h da manhã e meu parto estava agendado para as 12h. Eu tive que chegar um pouco mais cedo para tomar algumas doses de antibiótico por conta do strepto. Estava em jejum desde as 22h da noite anterior, mas a ansiedade boa era tão grande que confesso que não senti fome.

Tirei toda a roupa e fiquei com aquele avental chatinho, além de uma touca que não era a última moda em Paris com certeza rs. Despedi-me da família e entrei por uma portinha que só eu e a enfermeira podíamos entrar. Ali eu também me despedia da minha antiga vida e sabia que começava uma nova, que eu não fazia ideia de como seria.

Fui para uma sala que lembra muito a ala de medicação de pronto-socorro, cheio de grávidas tomando remédios ou em macas, cada uma por um motivo. Tinha grávida com a bolsa estourada, com sangramento, com contração e eu, sem nada, só tomando meu antibiótico (senti muita falta do meu celular nessa hora rs).

Confesso que a agulha que eles colocaram para medicação e que ficaria comigo até a minha saída do hospital doeu um pouco, acho que foi a parte mais chatinha de tudo.

Chegou a hora marcada para o parto e nada, deu overbooking de grávidas e não tinha centro cirúrgico livre para mim. Eu que não estava muito ansiosa, mas confesso que comecei a ficar, por que não sabia quando o show ia começar. Fiquei três horas revezando entre deitada e sentada em uma maca, escondida por uma cortininha.

De repetente veio meu médico e me disse que havia conseguido uma sala de cirurgia e que em breve vinha me buscar. Quando as enfermeiras vieram o coração acelerou, mas ao mesmo tempo eu senti uma paz imensa. Era hora de virar mamãe!

O médico me explicou como seria a cirurgia, um pouco do pós-operatório e dos procedimentos que faríamos. Veio o anestesista e conversou comigo, me explico como era a injeção, que ela era mais fina do antigamente, apesar de ser nas costas era só a sensação de uma picada, que eu não sentiria minhas pernas por algumas horas e gradativamente meus movimentos voltariam.

IMG_0229 Eu realmente não senti quase nada com a injeção nas costas, foi bem tranquilo mesmo. Eu havia feito dela um bicho de sete cabeças, mas na prática foi como uma injeção comum.

Eu comecei a não sentir minhas pernas, eles colocaram a sonda, amarraram o meu braço a dois suportes (fiquei na posição de cristo redentor) e deixaram meu marido entrar.

IMG_0228IMG_0230

Como foi o parto? Eu não sei, eu não vi rs. Eu só sei que 15 minutos depois a Manu vinha ao mundo, com a carinha mais inchada, lambuzada e linda do mundo.

 IMG_0242 Tiramos algumas fotos e meu marido foi convidado a se retirar, pois eles começariam a dar os pontos e dar aquela arrumada na bagunça. Levaram a Manu para fazer os testes e ela desceu para o berçário um pouco depois que voltei para o quarto, umas três horas depois da cirurgia. Essa parte foi um pouco estranha, você fica ali deitada, não pode se mexer, as enfermeiras ficam conversando e você querendo sair, ver seu bebê, mas não pode, tem que esperar.

Fui levada para uma sala de recuperação cheia de grávidas no pós-operatório. No hospital onde a Manu nasceu, você fica nessa sala até a hora que começa a voltar os movimentos da sua perna, só depois vai para o quarto. Foi um pouco incomodo por que eu tomei morfina (acho que toda grávida toma, não tenho certeza) e senti uma coceira danada, me explicaram que era uma reação normal.

Não sei por que eu ficava lembrando o filme Kill Bill. Quando a personagem da Uma Thurman sai do coma e não conseguia andar e ela olhava para o pé e ficava mandando os dedos se mexerem, eu fazia a mesma coisa rs.

Fui para o quarto duas horas depois do parto, ainda muito cansada e com fome, mas sem coceira, pois já tinha melhorado. Eu não sentia dor, mas sentia certa pressão no ventre.

IMG_0259A Manu veio para o quarto uns 30 minutos depois que eu cheguei e enfim fomos apresentadas formalmente rs. A enfermeira veio me ensinar a dar de mamar, os passos para não deixar o leite empedrar (nada de tomar banho quente e deixar a água caindo em cima do peito). E orientou com todas as informações que eu precisava saber sobre esse procedimento tão desconhecido até então. Eu não tive muito sucesso, mas tentei bastante.

IMG_0277Tem uma parte que é esquisita, depois que o bebê nasce a gente fica menstruada automaticamente, fiquei com um tipo de pano dobrado para conter o sangramento, como se fosse uma fralda. Sentia-me um pouco suja.

Eu rezava por um banho e meu desejo se realizou. Eu pude colocar um absorvente normal e um pijaminha. Já coloquei também a cinta com a ajuda das enfermeiras, mas tirava para dormir. No mesmo dia do parto o meu médico veio me ver a noite, olhou os pontos e me passou todas as orientações para aquela fase.

Fiquei três dias no hospital, nesse período eu não senti dor, nem incomodo, foi tudo muito bem. Era só difícil dormir por que ou a Manu acordava para tentar mamar ou entrava uma enfermeira para me dar remédio. Foi bem cansativo!

E no sábado, após o almoço ganhamos alta e partimos eu, meu marido e a Manu, nada prontos e sem a menor ideia de como as coisas funcionariam, mas cheios de amor e coragem <3

IMG_0311

quarta-feira, 3 de setembro de 2014

A decisão de ter um segundo filho

irmaos-amigos-18201 Fonte: http://mdemulher.abril.com.br/familia/reportagem/filhos/7-atitudes-aproximar-irmaos-655706.shtml

Eu, Andressa, vou confessar, antes de começar a escrever esse post, que eu levanto a bandeira do segundo filho. No meu caso penso em terceiro inclusive, porque sempre sonhei em ter três herdeiros.

Meus motivos:

· Fui criada como filha única e sempre achei muito chato não ter irmãos. Uma solidão danada!

· Minha filha não tem tios ou primos para conviver. Muito triste!

· Em um determinado momento da vida nós passamos a cuidar dos nossos pais e eu não tenho ninguém para dividir essa responsabilidade.

Porém, mesmo com esse ponto de vista, na prática, decidir ter o segundo filho é infinitamente mais difícil que a decisão do primeiro. Agora não é mais o medo do desconhecido que nos aflige. É o conhecimento da realidade.

Nós já sabemos que não dormir não é fácil, ter filho é caro, a carreira fica abalada com a maternidade, muitas de nós não têm ninguém por perto para ajudar, o relacionamento com o parceiro precisa estar muito bem para aguentar a pressão... Enfim, são tantas as variáveis que eu definitivamente respeito qualquer que seja a sua decisão, pois sei que você esta tentando fazer o seu melhor.

Eu adoro dados para poder tomar uma decisão, e fui atrás de pesquisas ou informações que trouxessem um olhar menos passional. Encontrei algumas informações interessantes:

· Segundo, Jeannie Kidwell, professora de assuntos familiares da Universidade do Tenesse, nos EUA, existem dois momentos mais indicados para ter o segundo filho: antes de o primeiro completar um ano, porque nessa idade eles ainda não sentem ciúme ou depois que ele completar quatro anos, pois ele está mais independente e teve bastante tempo e atenção por parte dos pais.

· No item saúde, estudos apontam que ter filhos com intervalo de dois ou três anos é melhor para saúde do bebê, antes desse período poderia aumentar as chances de o segundo filho nascer antes do tempo, com menor peso ou menor comprimento.

· Estudos apontam que um intervalo maior que cinco anos entre um filho e outro também indicam maiores chances de o segundo filho nascer prematuro, com baixo peso ou menor comprimento.

Obs.: Ainda não há uma explicação por parte da ciência do porque há o aumento de risco ao se esperar muito ou pouco para um segundo filho.

Bom, mas quem decide a sua vida com base na ciência? Eu não! A questão aqui é a emoção, a prática e o quando e o como. Por isso, seguem alguns pontos que acredito que devam ser considerados antes de tudo:

· O que você quer? Qual o seu desejo? Não pense na prática ou nos problemas, mas sinta a emoção. Você deseja outro filho?

· Agora sim, na prática, como está sua vida? Qual a sua rotina? Quais os planos para sua carreira? Você já passou por isso, então o que vai mudar na sua vida? Você e seu marido estão dispostos a abrir mão do que será necessário para receber o novo membro da família?

· Pensa um pouquinho, o quanto do seu questionamento por um segundo filho é seu e o quanto é pressão da família ou da sociedade?

· Você tem ajuda? Eu acho que beira quase o impossível (mas os pais são muito bons em fazer o impossível) ter um segundo filho sem ajuda de algum parente, amigo ou um profissional de cuidados com a criança.

· Como está o seu orçamento? Cabe mais um pouquinho de despesas? É preciso ser prático, haverá um aumento de custos na sua vida. A boa notícia é que o segundo filho é mais barato que o primeiro, com certeza você consegue reaproveitar muita coisa, além de muitas escolas oferecerem descontos para quem matricula mais de uma criança.

· Algum dos pais terá que abandonar sua carreira? O segundo filho é muitas vezes o momento que um dos progenitores terá que repensar se conseguirá continuar trabalhando com a rotina do dia a dia de dois filhos.

· Qual a sua idade? Para mulher a decisão de ter filho também tem a ver com o passar dos anos, a fertilidade diminui e as chances de problemas genéticos aumentam. A decisão de ter ou não um segundo filho terá muita relação com a sua decisão de ter o seu primeiro.

· Converse com pais que têm dois filhos e veja como está a situação deles, questione as dificuldades e o que há de bom. Nada melhor que exemplos reais para ajudar nessa decisão.

Eu ainda desejo ter os três filhos, acredito que se for da vontade da natureza (Deus) as coisas caminharão para que eu realize o meu sonho. Mas sei que haverá um “preço”, minha vida terá que sofrer outras transformações, meus sonhos pessoais talvez tenham que ser adiados mais um pouco, eu e meu marido teremos que nos flexibilizar e adaptar às mudanças nada fáceis que enfrentaremos com a consciência de que nem tudo sairá do jeito que gostaríamos.

Vai ser estressante, cansativo, vou chorar, vou brigar, vou ter vontade de sair correndo e fugir, como uma pessoa normal. Não sou uma mãe de comercial de margarina. Porém quero uma casa cheia, com muito amor, com criança correndo, uma árvore de natal cheia de presentes, muita gargalhada, brigas, reconciliações, um almoço de domingo bem maluco, cheio de gente e barulho.


*********************************************************************************************************************************

Agora é minha vez, Thiara, de contar para vocês como penso (ou nem penso) na chegada do segundo filho. Assim como a Andressa também sempre disse que queria ter três filhos e a casa cheia. Também sou filha única, e também sempre me senti muito sozinha. Aliás, todos os pontos que a Andressa citou no começo do texto têm tudo a ver comigo: sempre me senti sozinha, sempre desejei um irmão, e tampouco tive com quer dividir as alegrias e as tristezas.

Sempre achei o amor de irmãos a coisa mais linda de se ver. Até hoje vejo minhas amigas que têm irmãos, e o quanto esse amor representa para elas, e me emociono. Rola até uma certa invejinha, pois nunca tive essa convivência na vida.

Aí, eu com toda a certeza de querer ter uma família grande, tive a Alice, uma princesinha. Minha gestação foi tranquilíssima, não senti nada de desconforto, a não ser os naturais de uma gestação de praticamente 10 meses (ela nasceu de quase 41 semanas). Alice sempre foi uma bebê boazinha, não teve refluxo, nem cólicas, nem chorava demais. Aliás, ela sempre dormiu demais. Com 8 meses já dormia a noite inteira, com 10 já dormia sozinha, agora com 1 ano e 8 meses tiramos a chupeta e foi tranquilíssimo. Não teve alergia alimentar, nenhum problema grave de saúde além das alergias respiratórias comuns para os bebês paulistanos. Nada gente, nada. Costumo dizer que Alice é um bebê muito fácil, rs.

E mesmo assim te digo: pondero muito mais que a Andressa sobre ter ou não o segundo filho. A Alice virou meu mundo de cabeça para baixo. Eu achei que seria mais prazeroso, eu achei que seria mais tranquilo, eu achei um monte de coisas que não é. Hoje nossa vida gira totalmente em torno dela. Se vamos sair no final de semana, é para um lugar para ela brincar, para ela se divertir. Repensamos todo o nosso estilo de vida, temos planos para melhorar nossa qualidade de vida, e tudo, tudo, tudo por conta dela. Queremos proporcionar a ela a vida mais feliz e segura que pudermos. Hoje ela depende de nós 100% do tempo, tudo o que faz precisa de ajuda ou companhia, temos que nos dedicar durante todo o tempo a ela, e isso muitas vezes nos anula.

Estamos feliz com o que essa anulação representa hoje, e sim foi nossa escolha e ainda é. Amamos os momentos com nossa bebê e amamos nos dedicar para fazê-la uma criança feliz. Mas e aí, quando tudo isso diminuir, quando ela passar algumas horas assistindo TV sozinha ou brincando no quarto, quando ela conseguir tomar banho sozinha, ou até mesmo comer, quando nós pudermos novamente escolher o que ver na TV ou simplesmente ir a um churrasco com os amigos sem precisar ficar no playground a festa toda, quando ela for mais independente e nós recuperarmos o tempo para nós mesmos, teremos outro? Vamos começar tudo de novo? Será que vamos querer nos desafiar dessa forma mais uma vez?

Hoje realmente não sei responder. Nossa rotina de trabalho e de vida não nos permite pensar em ter outro filho hoje. Alice supre todas as nossas necessidades de pais, e todo o nosso tempo. Mas estão sempre me dizendo que daqui a pouco a gente esquece toda essa dificuldade e vamos querer outro filho loucamente. Espero, de coração, que esse dia chegue. E se assim tiver que ser, assim será. E se um dia o amor que temos dentro da gente não couber mais em nós três, a gente multiplica e faz mais um bebezinho.

E você? O que quer?

Fonte: http://brasil.babycenter.com/a25006525/ser%C3%A1-que-%C3%A9-hora-de-ter-outro-filho#ixzz3BPOOYUms

quarta-feira, 20 de agosto de 2014

Check List - Mala da Maternidade do Bebê

IMG_1687 IMG_1692  IMG_1817

Essa malinha dá até gosto de fazer de tanta ansiedade que estamos de ver aquelas roupinhas recheadas pelo nosso tão esperado bebê. Antes de fazer a mala, lembre-se de lavar tudo com sabão neutro ou de coco, próprios para roupa de bebê e passar.

Como foi o caso da lista da gestante, mesmo que o plano seja parto normal é legal fazer um planejamento para que não faltem roupinhas em caso de alguma eventualidade.

Algo que as maternidades pedem é que você separe as roupas em saquinhos, indicando a ordem de uso: 1º roupa, saída da maternidade...

As mamães que gostam de algo mais bonitinho, podem comprar saquinhos fofos em muitas lojas e as mais habilidosas podem fazer os saquinhos. Os da Manu uma amiga da minha sogra fez e ficaram muito fofas.

CHECK LIST – MALA DA MATERNIDADE DO BEBÊ

· 6 MACACÕES RN. De preferência com pezinho.

· 6 bodies. Eu sugiro de manga longa.

· 6 calças com pezinho.

· 6 pares de meias. Se for verão não precisa, por que a calça com pezinho já é útil.

· 4 luvinhas. Para proteger do frio ou das próprias unhas do bebê que ainda não é legal cortar.

· 2 toucas de lã. Só se estiver frio.

· 2 casaquinhos de lã. Ajudam a manter o bebê aquecido.

· 10 Fraldas de tecido. A mala do bebê fica na enfermagem, mas peça para que as fraldas fiquem com você. Elas são úteis para você colocar no seu ombro para colocar o bebê para arrotar e para pedir para as visitas colocarem em seus colinhos antes de pegar o bebê. Não é frescura, é cuidado!

· 6 Paninhos de boca.

· 1 Manta de algodão.

· Xale de linha. Se estiver calor é a melhor opção para o bebê.

· Roupinha de Saída da maternidade. Não é nada importante, mas toda mãe gostar de ter uma roupinha especial para saída da maternidade.

IMPORTANTE: Não precisa se preocupar em levar fralda, pente, sabonete, esses artigos são normalmente dados pela maternidade.

domingo, 17 de agosto de 2014

9 Filmes sobre gravidez para você assistir

1. Juno (amo a trilha sonora)

junoJuno MacGuff (Ellen Page) é uma jovem de 16 anos que acidentalmente engravidou de Paulie Bleeker (Michael Cera), um grande amigo com quem transou apenas uma vez. Inicialmente ela decide fazer um aborto, mas ao chegar na clínica muda de idéia. Junto com sua amiga Leah (Olivia Thirlby) ela passa a procurar em jornais um casal a quem possa entregar o bebê assim que ele nascer, já que não se considera em condições de criá-lo. É assim que conhece Vanessa (Jennifer Garner) e Mark (Jason Bateman), um casal com boas condições financeiras que está disposto a bancar todas as despesas médicas de Juno, além de dar-lhe uma compensação financeira caso ela queira. Juno recusa o dinheiro para si, mas decide que Vanessa e Mark ficarão com seu filho.

2. Ligeiramente Grávidos (Knocked Up) (dei risada)

Ligeiramente gravidos

Alison Scott (Katherine Heigl) é uma jovem bonita e ambiciosa, que está para estrear como repórter de uma importante emissora de TV. Ben Stone (Seth Rogen) e seus 4 amigos dividem o aluguel de uma casa bagunçada, sendo que todos insistem em se manter na adolescência mesmo já tendo 20 e poucos anos. Alison e Ben se conhecem numa boate e, completamente bêbados, passam a noite juntos. A ligação entre eles terminaria aí, mas algumas semanas depois Alison liga para Ben para informá-lo que está esperando um filho dele. A notícia faz com que Ben passe a questionar sua própria vida, além de aproximar duas pessoas que preferiam jamais ter se conhecido.

3. O que esperar quando você está esperando (What To Expect When You're Expecting) (achei mais ou menos, mas acho que por que gosto do livro)

esperar

Holly (Jennifer Lopez) é uma fotógrafa casada com Alex (Rodrigo Santoro) e quer muito adotar uma criança. Ele concorda com a ideia, mas a proximidade de receber o bebê faz com que tenha dúvidas se está preparado para a tarefa de ser pai. Wendy (Elizabeth Banks) sempre sonhou com o brilho da gestação e, após dois anos de tentativas, enfim está grávida. Entretanto, ela e o marido Gary (Ben Falcone) precisam lidar com a rivalidade do pai dele, Ramsey (Dennis Quaid), que está esperando gêmeos com a jovem Skyler (Brooklyn Decker). Jules (Cameron Diaz) apresenta um reality show onde os participantes precisam emagrecer e acaba de ganhar a Dança das Celebridades ao lado do parceiro Evan (Matthew Morrison). Eles mantêm um caso há poucos meses e, sem esperar, ela engravida. Há ainda Rosie (Anna Kendrick), uma jovem vendedora de sanduíches que tem relações sexuais com Marco (Chace Crawford), que trabalha como vendedor em outro trailer. Ela engravida, o que faz com que os dois se aproximem cada vez mais.

4. Olha Quem Está Falando (Look Who’s Talking) (já assisti mil vezes e ainda dou risada)

olha quem esta falando agora

Mollie (Kirstie Alley) é um contadora que tem um caso com um Albert (George Segal), um cliente que está comprometido. Quando fica grávida, sente que Albert estará sempre com ela e o bebê, mas quando dá a luz Albert rompe a relação e Mollie tem de criar o bebê sozinha. Mollie também está procurando o pai ideal para seu filho, Mikey, e James Ubriacco (John Travolta), um taxista, que parece ser perfeito (pois estava em cena quando entrou em trabalho de parto) para ela e Mikey, que apesar de ser um bebê é um observador cínico e sarcástico do mundo.

5. COINCIDÊNCIAS DO AMOR (não sou muito fã de comédia romântica então minha opinião não vale rs)

coicidencias do amor Kassie Larson (Jennifer Aniston) é uma mulher madura, bem sucedida, e sempre sonhou em ser mãe. O problema é que ela não tinha encontrado ainda o homem certo e aí decidiu fazer uma produção independente. Wally (Jason Bateman), seu melhor amigo, é extremamente neurótico e não concorda com a ideia, que tem tudo para mudar para sempre as suas vidas. Até porque, a surpresa não foi a gravidez.

6. Plano B (The Back-Up Plan) (achei a história legalzinha zinha)

Plano B Zoe (Jennifer Lopez) está cansada de aguardar pelo homem certo. Decidida a ser mãe de qualquer maneira, ela elabora um plano, marca uma consulta e resolve fazer inseminação artificial. Neste mesmo dia conhece Stan (Alex O'Loughlin), que surge como uma possibilidade real de relacionamento. Só que Zoe quer manter o relacionamento no nível da amizade, ao mesmo tempo em que precisa esconder os primeiros sinais da gravidez. Quando enfim revela a verdade, Stan lhe diz que está disposto a encarar a situação.

7. Uma Mãe Para Meu Bebê (Baby Mama) (não assisti)

Uma mãe para o meu bb Kate Holbrook (Tina Fey) é uma mulher bem sucedida profissionalmente e que a vida toda se dedicou ao trabalho. Aos 37 anos de idade e solteira, ela decide que quer ter um bebê. Só que enquanto sonha com uma gravidez, ela também descobre que é infértil. Depois de visitar centros de adoção, ela decide pelo método da barriga de aluguel. Para isso, ela contrata a jovem Angie (Amy Poehler) para carregar seu bebê durante 9 meses. Logo que a moça engravida Kate começa os preparativos para receber o seu filho, lendo livros, decorando o quarto e até escolhendo a melhor escola. Um dia, Angie aparece na casa de Kate dizendo que não tem onde morar. A partir daí começam as briguinhas diárias por causa das diferentes personalidades das duas mulheres, mas também surgem descobertas sobre o sentido de uma verdadeira família.

8. Nove Meses (Nine Months) (amo!)

9 meses Samuel Falkner (Hugh Grant), um terapeuta de crianças, não tem nenhum filho e não faz planos para isto. Assim, fica bastante abalado quando Rebecca Taylor (Julianne Moore), sua namorada há cinco anos, diz que está grávida. Repentinamente Samuel tem pesadelos e fantasias paranóicas de como o matrimônio e a paternidade mudarão sua vida e, para piorar, conhece Martin Dwyer (Tom Arnodl) e Gail Fletcher Dwyer (Joan Cusack), que têm três filhas, sendo que Gail está grávida novamente. Samuel considera o modo de vida deste casal assustador, mesmo quando Martin e Gail dizem que ter um filho é o máximo. Samuel e Rebecca passam a brigar freqüentemente e, quando ele esquece o dia da ultra-sonografia, Rebecca não o perdoa e vai para a casa de Martin e Gail. Sozinho, ele vê a gravação da ultra-sonografia e isto o emociona, assim decide deixar de ser tão egoísta pois está na hora para enfrentar suas responsabilidades. Mas agora surgiu outro problema: Rebecca se recusa a falar com ele.

9. O Pai da Noiva 2 (Father of the Bride Part II) (amo amo amo, mas gosto mais do primeiro)

O pai da Noiva 2.1 Após superar a crise de ciúmes que teve antes do casamento de sua amada filha (Kimberly Williams), George Banks (Steve Martin) agora terá de lidar com o fato de que além de esposa, ela está prestes a se tornar mãe. Enquanto Nina (Diane Keaton) fica feliz em saber que será avó, George embarca numa crise de meia-idade.

sexta-feira, 15 de agosto de 2014

Check List - Mala da Maternidade da Gestante

mala maternidadeFonte: Espaço Gestar. 

A reta final da gravidez mistura a ansiedade da mamãe e do papai com um milhão de coisas para resolver e conferir se está tudo pronto para o dia D. Os especialistas aconselham que você já esteja com sua malinha pronta (e a do baby) quando estiver alcançado as 36 semanas de gestação.

CHECK LIST

  • Óculos e lentes de contato.
  • 4 Camisolas ou Pijamas, todos com botões de abertura na frente para ajudar na amamentação. Você pode substituir por roupas confortáveis, de ficar em casa, mas todas com botões na frente ou com alças removíveis.
  • 1 Penhoar – será útil para você usar nas caminhadas do corredor do hospital.
  • 6 Calcinhas próprias para gestante ou pós-parto, grandes, confortáveis e que você já esteja usando.
  • 1 Chinelo de dedo com solado antiderrapante. Eu levei também um estilo pantufa por que a Manu nasceu no frio.
  • 3 Meias pelos menos.
  • Sutiãs de amamentação. Leve mais de um, pois o seu peito pode fazer e sujar o que você estiver usando.
  • Para evitar os vazamentos, leve as conchas e absorventes para seio. Minhas amigas que tinham muito leite usavam os dois.
  • 1 pacote de absorvente próprio para pós-parto ou da sua marca preferida do tipo noturno. Depois do parto você vai ficar por quase uns 40 dias menstruando e os primeiros dias são bem intensos.
  • Produtos de higiene e beleza – pente, shampoo e condicionador, sabonete, hidratante corpo e rosto, escova de dentes e pasta e o que mais gostar. É legal evitar perfume ou cremes perfumados, os bebês não gostam dos cheiros fortes, atrapalha na amamentação.
  • Estojinho básico de maquiagem. Você teve um filho, mas não precisa ficar com a cara de acabada né rs? Lembre-se você vai estar o tempo todo tirando foto e sendo filmada com o bebê.
  • 1 Roupa para saída do hospital. Confortável e ainda com cara de gestante, por que sua barriga ainda estará grandinha.
  • Carregador do celular.
  • Máquina fotográfica e/ou Filmadora. Levar com a bateria carregada para hora do parto ou com as pilhas recarregadas. É legal levar o carregador da bateria ou das pilhas para os dias que vocês ficarem no hospital.
  • Lembrancinhas para os visitantes e enfeite para porta do seu quarto.

Ps.: Mesmo que o seu parto seja normal, o que te fará ficar menos dias na maternidade, é legal levar uma mala mais completa para cobrir uma eventualidade, como acompanhar o seu bebê caso ele tenha icterícia ou algo assim.

terça-feira, 12 de agosto de 2014

Quando nem tudo sai como planejado - depoimento de uma mãe

Gostaria de compartilhar um pouco da minha experiência e das dificuldades enfrentadas desde o nascimento de minha pequena, hoje com um ano e três meses. Quase tudo o que vivi fugiu muito do considerado "ideal" ou do "padrão", mas apesar de tudo posso dizer que hoje minha filha é uma menina forte, cheia de pique e de saúde, com desenvolvimento, estatura e peso dentro da normalidade, e que nós, mães, acabamos dando um jeito mesmo quando as coisas parecem começar a sair dos eixos. É uma mistura de instinto, dedicação e amor extremos, que nos fazem lutar e superar as dificuldades em nome dos nossos anjinhos, tão frágeis e dependentes de nossos cuidados.

Tive uma gestação extremamente tranquila! Apesar de ser bem gordinha (próxima dos 3 dígitos, manequim 50/52) e ter ficado muito preocupada que isso pudesse trazer transtornos, posso afirmar que durante a gestação toda nem parecia que estava gravida, só percebia por causa dos chutes e do tamanho da barriga, risos. Cuidei direitinho da alimentação, engordei apenas 7 quilos e minha bebê nasceu linda e maravilhosa na 40a semana por cesariana, com 48cm e 3.245kg! Ebaaa! Lindo e maravilhoso! Nem tanto.

baby 1 Fonte: Acervo Pessoal.

Desde o início, tive muita dificuldade com a amamentação (jamais achei que teria, pois tinha um "porte" bem avantajado, risos), mas minha filha perdeu quase 15% do peso nos primeiros dias de nascimento, ultrapassando o que os pediatras consideravam " aceitável", motivo pelo qual muito precocemente foi necessária a introdução de complemento (NAN).

A minha filha chorava quase o dia todo, e ouvir da pediatra a frase "sua filha chora de fome!!" foi como uma punhalada para mim, que a desejei tanto e queria tanto amamentar. Cheguei a usar medicamentos como o hormônio ocitocina e Equilid, sem sucesso. Ela tinha uma pega boa no seio, e até me machucava de tanta força que sugava... Mas o leite, inexplicavelmente, não descia em volume suficiente.

Baby 2 Fonte: Acervo Pessoal.

Em paralelo, descobrimos que ela sofria do tão temido refluxo (no caso dela era refluxo oculto, ou seja, ela não vomitava mas o leite subia e descia e machucava o esôfago), além de muitas cólicas. Isso gerou tremenda dificuldade com a alimentação dela, e eu acabei desistindo depois que tive uma séria infecção e precisei usar antibióticos. Eu ordenhava e jogava fora, para o pouco leite que eu tinha não secar, mas a verdade é que talvez não tenha tido um bom aconselhamento na época pra continuar tentando, e perto dos 3 meses o aleitamento materno cessou.

Baby 3 Fonte: Acervo Pessoal.

Mesmo com o leite artificial, ela nunca foi uma boa mamadora, tomava uns golinhos e logo virava o rosto. Nisso testamos vários leites, várias mamadeiras e ela sempre tendendo a ser uma bebê de baixo peso. Oferecia praticamente de hora em hora. Seguindo conselho da pediatra, fiz o teste de "deixar passar fome" pra ver se ela iria tomar com vontade, mas depois de 16h de jejum, adivinhem? Tomou 30 ml e rejeitou. Foi então que a pediatra disse foi: "é, você vai ter que ter paciência e dar um jeito". Bom, né? Tudo que uma mãe de primeira viagem, que nunca cuidou de primos ou sobrinhos precisava ouvir!
Me sentia um lixo de mãe por não conseguir suprir minha filha com todos os anticorpos e nutrientes de que precisava, entrei em uma séria depressão e a alimentação dela passou a ser uma neura pra mim.

Para piorar as coisas, aos 5 meses, ainda com refluxo, mesmo com medicação receitada pelo gastropediatra dela, ela resolveu rejeitar de vez a mamadeira, e me vi alimentando a minha bebê de colherinha, de ml em ml. Muito sofrimento!

Baby 4 Fonte: Acervo Pessoal.

Com 6 meses a pequena foi pra escolinha, mas como podem imaginar, a alimentação dela era terrível e ela logo perdeu peso e atingiu o percentil 10 (isto é, em cada 100 crianças da mesma idade, 90 pesavam mais que ela), então tirei férias por um mês, meu marido tirou na sequência e depois disso ela acabou não voltando mais para a escola (nesse ponto acho que vocês imaginam como estava minha depressão e ansiedade...

Com a introdução das papinhas de fruta e papinhas salgadas ( por volta dos 6 meses) a coisa foi melhorando um pouco, e descobrimos que ela, além do refluxo, (pasmem) simplesmente não gostava (e ainda não gosta) do sabor do leite! Continuávamos a tentar várias marcas, e até hoje o único que tem uma aceitação mínima é o tipo A de garrafa. Iogurte? Danoninho? Danete? Leite com fruta? Ela simplesmente recusava tudo!! Chegamos a pensar em alergia à proteína do leite de vaca, intolerância à lactose, tudo descartado.

Baby 5 Fonte: Acervo Pessoal.

E assim minha casa virou um laboratório para testar mil e uma combinações para tornar o leite sem gosto de leite, risos.

Com o tempo, notamos que ela tem uma preferência por alimentos salgados (diferentemente da maioria de nós), e desde a primeira papinha de legumes,ela comeu vorazmente. Comecei então a acrescentar leite nos purezinhos salgados que ela comia, colocar requeijão depois dos 9 meses no sopão dela, para assim minimizar o problema que a carência de cálcio poderia trazer.

Baby 6 Fonte: Acervo Pessoal.

Hoje posso dizer que conseguimos vencer a fase mais crítica em relação à não aceitação do leite na dieta. No decorrer das semanas, consegui introduzir alguns mingaus (salgadinhos, tipo molho branco), ou leeeeeeeevemente doces e com baunilha, (mas sem nada de Chocolate, ou daquele pó com sabor morango, ou daqueles mingaus de caixinha), pra camuflar o sabor. Nesse processo cheguei até a colocar uns grãozinhos de café solúvel no mingau, e ela adorou. A pediatra, a cada visita, me dizia: "não é o ideal, mas em certos casos precisamos esquecer o ideal e fazer o viável, e se esse é o jeito que ela aceita o leite, que assim seja, pois até os 2 anos sem leite ela não pode ficar". E assim ela foi, aos trancos e barrancos, timidamente, crescendo e recuperando o peso.

Hoje tenho certeza que se não fosse minha dedicação 24h por dia, ela não teria voltado ao percentil 50 em peso e altura (hoje está com aprox. 80 cm e 10.500kg).

Ela continua usando os remédios para refluxo, e sua alimentação hoje, depois de muito esforço, é composta por: 3 refeições com cerca de 200ml de leite "disfarçado", com muito papo e paciência, 2 refeições "frutais" (suco, fruta raspada ou vitamina), e 2 refeições salgadas.

É uma menina atenta, amável, espertíssima, carismática, doce, que dorme muito bem, interage bastante com adultos e crianças, dança, faz caras e bocas e é a alegria da família. Graças a Deus.

Baby 7

Sabe porque resolvi contar tudo isso? Para dizer que muita gente, seja da família ou não, sempre comenta MIL coisas, comparando seu filho com outros bebês, em todos os aspectos ( peso, altura, desenvolvimento no geral), o tempo todo, criticam, implicam, mas na hora H, de receber uma sugestão, uma solução, uma colaboração, pouquíssima é a ajuda real, e é preciso muita paciência, criatividade, amor e dedicação para que as coisas não saiam do controle. Se você tem um bebê padrão, ótimo!!! Mas digo às mães que vivem situações atípicas como eu: para tudo dá-se um jeito! E não liguem para críticas ou comparações maldosas, pois cada bebê é único!

Como disse em uma outra ocasião para as meninas, é por este motivo também que acho esse blog muito legal! Blogs como este podem auxiliar muitas mães, não por fornecer um "protocolo" do que é certo ou errado, mas por mostrar a experiência de diferentes mães que tiveram histórias bem diferentes (desde o tipo de parto até a questão da amamentação, por exemplo), demonstrando que há diferentes formas de "fazer certo" e de criar nossos bebês saudáveis e felizes.

Gostaria de fazer um apelo a todas as futuras mamães e mamães recentes, pois este foi um grande erro meu (que não cometerei com meu próximo baby, que está a caminho): nunca desistam da amamentação, por menos leite que tenham e por mais que o bebê ache a mamadeira de complemento bem mais "fácil". Sei lá, no meu íntimo acho que se eu tivesse insistido mais, as coisas teriam sido mais fáceis, a repulsa pelo leite provavelmente não seria tão grande (já que amamentar é muito mais do que alimentar e ela acabaria mamando mais pelo aconchego do que pela apreciação do sabor do leite).
Infelizmente não posso voltar atrás e tenho, dia após dia, feito o meu máximo. E fico muito feliz com a oportunidade de escrever este post, compartilhando minha experiência com mães que podem estar vivendo algo semelhante e podem pensar melhor sobre como vencer desafios como estes.

Por fim: acreditem na capacidade e no instinto de vocês pois, por mais que sempre muita gente fale muita coisa, ninguém no mundo fará melhor do que você!

Beijos a todos!
C. M.

quinta-feira, 31 de julho de 2014

Aprovado: Travesseiro de barriga para gestante

Ficar grávida é uma delícia, toda a atenção do mundo é voltada para gente e sempre ganhamos algum mimo. Entretanto, algumas tarefas do dia a dia vão ficando cada vez mais complicadas conforme a barriga vai crescendo.

Dormir com aquele barrigão não é uma tarefa nada fácil, principalmente por que só podemos dormir de um lado só. Parece que todos os nosso órgão ficam meio pendurados e jogados do lado que vamos dormir, é bem esquisito.

Para ajudar, existem os “travesseiros de barriga”. Eu usei e aprovo o Mommy Pad Practical Baby:

Travesseiro de Barriga

Fonte: http://www.tricae.com.br/mommy-pad-practical-baby-6677.html?feature=ultimatebuy&source=product

Obs: Eu comprei em uma loja chamada Eco Baby, que fica na Avenida Sumaré, em São Paulo. Em 2013 ele saiu por R$40,00.

Ele é confortável, tem um tamanho bacana, fácil de levar na mala em uma viagem e se ajusta bem a barriga. Confesso que bem no final da gravidez ele começou a ficar meio fino, acho que ele não iria aguentar muito tempo.

Existem inúmeros modelos no mercado, quem sabe um desses pode ser o que você precisa para ter uma noite de sono mais gostosa?

Segura Mamãe – R$30,90:

super1 Fonte: Site Alô Bebê

Travesseiro para gestante – não achei o preço e onde vende, mas lojas especializadas em gestante ou travesseiros devem ter:

travesseiro-para-gestante-1

Fonte: http://imoveis.culturamix.com/dicas/travesseiro-para-gestante

segunda-feira, 28 de julho de 2014

Dica para o enxoval: Macacões com zíper

Imagina a cena, são duas horas da manhã e você vai dar de mamar, você está morrendo de sono, com um olho aberto e outro fechado, tentando não deixar a peteca cair, que nesse caso é o bebê rs, e ainda tem que colocar o seu neném para arrotar e trocar sua fralda.

Ufa! Não é mole não. São inúmeras trocas de fralda e o bebê pequeno ainda costuma dar aquela vazada que faz com que você tenha que trocar a roupa dele várias vezes ao dia.

A maioria das mães acaba usando nos bebês aqueles macacões com pezinho, pois são mais quentes e simples de vestir já que compõe uma peça só. Por isso, nossa dica é que você compre os macacões com zíper, pois são mil vezes mais práticos e rápidos de abrir e fechar que os de botão.

IMG_1821 Aqui no Brasil é mais difícil de achar, mas tem sim. Se você for viajar para fazer o enxoval no exterior, aproveite, várias marcas, incluindo a Carter´s possuem vários modelos desses com zíper a ótimos preços.

Sugiro ainda que você pense em pegar esses macacões como pijama para quando o seu bebê for maior, já que criança dificilmente se cobre, olha a Manu dormindo:

foto (9) É cabeça para um lado, travesseirinha para o outro e a coberta é um bolo de pano que ela usa embaixo da barriguinha rs. A maioria das crianças dorme assim, por isso o macacão  é uma maneira de protegê-los do frio. Hoje, se eu fosse viajar traria pelo menos dois ou três macacões de plush (tecido mais quentinho) por idade, até mais ou menos três ou quatro anos da Manu.

IMG_5584 Uso esses mais quentes agora no inverno na Manu e tenho uns mais fresquinhos, de algodão para o verão. Super ultra mega recomendo!

sexta-feira, 25 de julho de 2014

Relato de parto - O nascimento de Alice

Desde que me conheço por mulher capaz de dar a vida a outro ser humano digo que quero ter parto normal (e continuo dizendo, quero todos os partos normais). Para isso se tornar realidade, minha primeira preocupação foi ter uma médica que aceitasse minha vontade e não me cobrasse a mais por isso.

E assim foi. Antes mesmo de engravidar, quando decidi que queria ter um filho, já perguntei à minha GO se ela faria meu parto normal. Ela me tranquilizou e disse que se não houvesse nenhuma complicação para mim ou para o bebê faríamos sim o normal. Ótimo!

Depois disso passei a ler muito e muito sobre o assunto. A cada dia ficava mais chocada com a violência que é ter um filho no Brasil, principalmente na rede privada. Conheci e entendi cada um dos meus direitos e discuti muito com a médica sobre o meu plano de parto. Enfim, no dia 6/12, já com 40 semanas e 4 dias de gravidez, minha médica sugerir agendemos uma indução para o dia seguinte pela manhã. Ela me disse que meu colo estava totalmente fechado e altíssimo e que dificilmente eu teria um parto normal, mas que esperar mais poderia ser perigoso para a bebê, pois ela estava muito grande e o líquido amniótico baixo para o tamanho dela. Topei.

Deveríamos então ir ao hospital no dia 7 às 6h30 da manhã. Mas Alice não quis esperar. Ainda na quinta-feira, no começo da noite, comecei a sentir contrações um pouco doloridas, e o processo só foi aumentando com o passar das horas. À meia-noite achei melhor não esperar mais e fomos eu, o papai e a vovó de Alice para a maternidade. Cheguei lá já com 3 cm de dilatação, e fui logo internada, levada para a sala de parto normal.

Tudo aconteceu sem problemas, exatamente como imaginei (na verdade, foi até melhor). As contrações foram aumentando, assim como a dilatação. Lá pelas 4h30 da manhã comecei a sentir mais dor, e a ficar aflita, com muito medo de estar passando o tempo e nada acontecer. Chamei a enfermeira que me tranquilizou e me mandou tomar um banho quente, com ducha sobre o ventre durante as contrações. O banho ajudou muito a relaxar, e quando saí de lá já estava com mais dilatação (e mais dor).

Nessa hora a equipe médica rompeu minha bolsa, que não havia rompido sozinha, e as contrações pioraram muito. Doía bastante, implorei pela anestesia, que me foi dada às 7h15. 

Alice nasceu às 9h48, pesando 3,680 quilos e com 49,5 centímetros de pura belezura. O parto foi normal, com anestesia (graças a Deus). A anestesia foi ótima, porque me fez perder a dor, mas sem perder a sensibilidade. Eu soube exatamente o segundo que minha bebezinha estava vindo ao mundo. A primeira coisa que perguntei foi: “É menina mesmo???”, porque a médica a colocou de costas sobre mim. Quando pude ver seu rostinho, só conseguia dizer: “Ela é linda, é perfeita!”. Não há como descrever essa emoção. Não existem palavras para demonstrar o que sentimos nesse momento.

A equipe de enfermeiros que me acompanhou ficou muito surpresa com o nascimento da Alice, já que ela era um bebezão e que, segundo a médica, as condições não eram tão favoráveis para um parto normal (colo muito fechado, muito alto e a bebê nada de encaixar).

O papai ficou comigo o tempo todo, ajudou muito no trabalho de parto, me dando todo o apoio e massagens necessários. Sem ele eu provavelmente não teria conseguido fazer isso tão bem. Mais uma vez me encheu de motivos para amá-lo e respeitá-lo por toda a minha vida. Alice chegou e nos deu ainda mais a certeza de que nosso amor é uma fortaleza.

Alice mamou exatamente uma hora depois de ter nascido. Ao meio dia eu já estava no quarto, batendo um pratão de comida, pois estava morrendo de fome, e Alice ficou comigo das 13h desse dia e para sempre. Nada de esperar horas para se recuperar para então ficar com o bebê. No mesmo dia às 117h eu estava de pé no chuveiro tomando banho, e no domingo de manhã já estava chegando em casa.

Se você também pensa em ter um parto normal, minha dica é: se informe e acredite no seu corpo. A mágica que acontece é incrível!

E se você ainda tem dúvidas, anseios, angústias ou quer bater um papo, escreve para mim nos comentários que vou adorar responder.