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terça-feira, 30 de setembro de 2014

5 dicas para ajudar na amamentação exclusiva

Por Bruna Cardoso

É comum, quando recebo uma solicitação de atendimento, perceber que o papai, a titia ou a vovó têm na voz uma preocupação e às vezes até um certo desespero. Algumas mamães me olham com olhos de quem busca por socorro, vejo este olhar me implorando por ajuda ou às vezes até com um tom de desânimo acompanhado por uma frase do tipo: “Você é minha última alternativa, estou cansada, com dor e não sei o que meu bebê precisa ou o que faço para ele parar de chorar”.

Nesse momento, a maior parte das mães já deu fórmula para o bebê, muitas vezes mamadeira e chupeta, e na maioria das vezes são casos que consigo reverter e fazer com que a mãe volte a alimentar o bebê exclusivamente no seio.

amamentaçãoFonte: Arquivo Pessoal

Diante das inúmeras vezes que vivenciei essa situação tenho algumas dicas para dividir com você:

1- Tudo que seu bebe precisa é de você calma.

Respire fundo, mantenha a calma e confie em você. A maternidade está tatuada na genética feminina. Procure um ambiente calmo, silencioso e confortável, se o bebê estiver dormindo há mais de 4 horas sem se alimentar acorde-o tirando as roupinhas, começando pelas meias. Se ele já estiver acordado e chorando você precisará primeiro acalmá-lo, converse com ele, faça-o parar de chorar. Uma dica é enrolá-lo em uma manta e deixá-lo bem firme. Dessa forma eles sentem como se estivessem dentro do útero. Só depois, quando ele já estiver calmo, ofereça o seio.

2- Beba muita água

No mínimo 2,5 L de água por dia. Suco, leite e quaisquer outros líquidos não entram nesta conta. Água é a fonte da vida, hidrate-se e terá a matéria-prima para a produção do leite que alimentará seu bebê.

3- Alimente-se de forma saudável

A maioria das mulheres ganha mais peso do que o ideal durante a gestação. Mas essa não é a hora de se preocupar com isso. O importante nesse momento é se alimentar de forma saudável. Não pule nem substitua as principais refeições, evite alimentos muito calóricos, ricos em gorduras ou carboidratos simples como salgados, frituras, bolos, tortas. Dê sempre preferência aos alimentos integrais e naturais como: frutas, legumes e verduras.

4- Durma, aproveite os momentos em que o bebê dorme para descansar

Nos primeiros meses é difícil manter um padrão de sono, pois o bebê acorda a cada 2 ou 3 horas para mamar e a mãe fica preocupada em cair no sono e não escutá-lo chorando. Mas lembre-se que descansar é muito importante, pois para que haja uma boa produção de leite você deve estar descansada.

5- Cuidado com a vizinhoterapia

Muitas mães têm dificuldades na hora de amamentar e é constatado que todas desenvolvem suas próprias técnicas, mas nem sempre a mesma técnica funciona com todo mundo. Cada mãe irá descobrir as particularidades do seu bebê, a melhor forma de amamentá-lo. Não utilize materiais, medicamentos ou utensílios sem indicação de um profissional. Busque orientação de um profissional especializado. Se estiver com alguma dificuldade você pode conversar com o seu obstetra, com o pediatra de seu bebê ou procurar um serviço especializado de consultoria em aleitamento.

Com simples mudanças podemos fazer com que a amamentação seja prazerosa para a mamãe e para o bebê desde o início. O aleitamento materno é importante não só para a alimentação do bebê, mas também para seu desenvolvimento emocional.

terça-feira, 16 de setembro de 2014

Qual a idade ideal para tirar fralda, chupeta, peito ou mamadeira?

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Eu tenho me perguntado ultimamente, será que existe uma idade certa para tirar a chupeta , fralda ou a mamadeira de um bebê? Eu fico encanada e até me culpo por ter dado a chupeta para Manu e por ainda dar leite na mamadeira.

Fui pesquisar e ler um pouco a respeito e descobri que a fase ideal é a que é certa para o bebê, não existe um momento onde obrigatoriamente todas as crianças precisamos mudar algum hábito. Temos que prestar atenção aos sinais de maturidade que nosso pequenino envia com seu comportamento, pois a chance da mudança ser menos traumática para ele e para você é bem maior. Então, se seu filho têm três anos e ainda usa fraldas, chupeta, ou mamadeira você não está errada e ele é normal.

A questão é que precisamos ajuda-los a mudar esses hábitos para a saúde e independências deles, por isso temos que achar uma forma de fazer isso sem que haja um trauma para o pequenino.

Os especialistas calculam idades médias que seriam as mais adequadas para que essas mudanças começassem a acontecer:

· Deixar de usar fraldas: entre 2 e 4 anos.

· Amamentação prolongada: entre 2 e 3 anos.

· Deixar de mamar na mamadeira e usar o copo de transição para tudo: aos 12 meses.

· Tirar a chupeta: o período mais fácil seria após os 6 meses, quando a criança já aprendeu a dormir a noite inteira.

Eu fiquei bem mais tranquila quando vi esses prazos, por que nada dizia que eu tinha que conseguir tirar a fralda da minha pequena exatamente quando ela fizesse X anos, não é assim, vamos tentar e se as coisas forem difíceis eu sei que é normal. Ufa!

Fonte: http://delas.ig.com.br/filhos/fraldas-mamadeira-chupeta-existe-idade-certa-para-largar/n1237984418530.html

segunda-feira, 15 de setembro de 2014

Como eu voltei ao meu peso após o parto

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Fotos: Antes de ficar grávida e final da gravidez

Eu sempre fui magra, faz parte do meu biótipo e quando engravidei da Manu eu engordei 14kg. Eu até controlava um pouco a minha alimentação, mas normalmente eu escorregava e mandava ver em umas gordices.

IMG_1341 Eu tinha uma meta na minha cabeça, eu dizia a mim mesma “durante a gravidez OK, mas assim que a Manu nascer, chega”. Eu sabia que me alimentar bem seria bom para mim e para Manu, já que tudo o que comemos os bebês acabam absorvendo no leite.

Assim que eu saí da maternidade eu mudei completamente a minha alimentação e fiquei super regrada. Comia de três em três horas (dentro do possível com um bebê e sozinha em casa) e cortei tudo que era excesso ou que tinha gordura ou açúcar.

O pessoal de antigamente dizia que grávida precisava comer muito, comer canjicas e umas coisas fortes por causa do leite. Li muito a respeito e descobri que não, não é preciso comer coisas gordas para repor as energias. Precisamos sim, nos alimentar com frequência e não pular refeições, mas não precisamos de nada, além disso.

O que eu mudei na minha alimentação:

· Não bebia nada com açúcar.
· Sucos eram só aqueles de garrafa que misturam com água ou naturais.
· Não comia farinha branca, só integral.
· Não comia doces, só frutas ou sobremesas mais leves como gelatina. (mas nem um pedacinho, nada nada).
· Nada de fritura.
· Não comia embutidos (presunto, salame, mortadela...).
· Não comia fast food (pizza, hambúrgueres...).
· Evitava os queijos amarelos.
· Não tomei refrigerante.

Eu sei que parece impossível ficar regrada quando muitas vezes só queremos comer uma coisa gostosa para conseguir prazer em algo, já que nesse começo tudo é cansativo e meio sofrido. Mas não caia nessa armadilha!

Não se deixe levar pela falta de tempo para cair nas tentações das comidas rápidas e gordas. Eu fazia a maior parte da comida no final de semana junto com o meu marido, congelava ou guardava em potinhos na geladeira. Era só esquentar e comer. Tão prático quanto uma pipoca de micro-ondas ;)

Em 4 meses eu havia perdido o peso que eu havia ganhado na gestação e com maios ou menos 10 meses da data do parto, meu corpo estava mais parecido com o que era antes.

É claro que eu não posso dizer que o que eu fiz vai funcionar para vocês, cada pessoa têm uma genética diferente, mas tenho certeza que se alimentar bem vai trazer benefícios que vão muito além da perda de peso.

Olha como eu estou hoje:

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Eu fui e ainda sou um zero a esquerda para atividades físicas, eu começo e ai me enrolo e não faço mais nada. E posso garantir por experiência própria que emagrecer sem atividade física não é muito legal, a gente fica flácida e troca um problema por outro. Então, eu ainda tenho que correr atrás do prejuízo!

E vocês? O que fizeram ou fazem para voltar ao peso depois da gravidez?

quinta-feira, 4 de setembro de 2014

Relato de mãe: Alergia Alimentar

Ana-Lorenzo 01

Toda mãe de primeira viagem tem muitas dúvidas e lógico sempre tem amigos e familiares ajudando, opinando e nos orientando sobre o que é normal que o bebê apresente.

O Lorenzo nasceu com exatas 36 semanas e 1 dia, um pouco apressadinho, ficou uma semana na UTI neonatal devido a um pequeno probleminha para respirar, mas que passou rápido e pudemos trazer o pequeno para casa.

Quando no hospital, eu ficava com ele das 6h às 22h para amamentar, porém nada era suficiente e este pequeno chorava muito e tão logo descobrimos que era de fomeeee... Depois de uma conversa com a pediatra da UTI ela disse que ele precisava do chamado “complemento”, sugeriu que a partir daquele momento eu amamentasse e na sequência oferecesse 40ml de leite artificial e o que parecia obvio se confirmou, o pequeno ficou mais calmo e antes de sair da maternidade esse volume foi aumentado para 60ml associado à amamentação.

Ao chegar em casa comecei a perceber que sempre que mamava ficava desconfortável, meio gemente e se movimentando muito, tentando jogar o corpinho para trás, soluçava muito e parecia um “soluço molhado”, parecia que algo voltava e não saía, pois poucas vezes ele vomitava, algo estranho estava acontecendo.

Todos diziam que era assim mesmo, que talvez fosse refluxo, todo bebê tem isso, fica desconfortável enquanto não arrota, enfim... A pediatra sugeriu então que usássemos uma fórmula anti-refluxo.

O tempo foi passando e eu percebia que o Lorenzo não melhorava, chegava a ficar uns 40 minutos neste desconforto após todas as mamadas. Aos 2 meses começou a ter engasgos fáceis, e no primeiro engasgo mais longo o levamos rapidamente para o hospital. Chegando lá o pediatra examinou e disse que provavelmente era só um refluxo normal e pediu que conversássemos com a pediatra que o acompanhava.

Conversamos com a pediatra e ela pensou em alergia alimentar, sugeriu que oferecêssemos um leite com proteínas quebradas para facilitar a digestão. Iniciamos o tal leite e não tínhamos melhora do desconforto e agora associado aos engasgos que me deixavam desesperada, chegamos a passar umas 6 horas no consultório da pediatra oferecendo a mamadeira e ela observando o pequeno.

Próximo de 2 meses e meio, amamentei, ofereci o leite e, após 3 horas, fui dar banho no pequeno. Durante o banho, mesmo semi sentado, ele teve um engasgo absurdo, ficou roxinho e ficamos desesperados. Fomos correndo para o hospital, e no caminho ele já foi melhorando. Ao chegar la fomos prontamente atendidos e o médico resolveu interná-lo para melhor investigação.

Durante a longa estadia de 7 dias foram feitos vários exames incluindo o Esôfago-Estômago-Duodeno (EED), e descobrimos então que o pequeno tinha alergia a proteína da vaca, com dificuldade de digerir tal proteína associada e uma discreta alteração anatômica no Ângulo de His.

Ao longo da internação fiquei sem amamentar e foi introduzido um leite que não possui proteínas e sim aminoácidos livres, facilitando a digestão. Mesmo seguindo todas as orientações para retirada do leite diariamente, infelizmente o meu leite secou durante a internação.

Após a saída do hospital a orientação que tivemos era oferecer o leite com espessante a cada 2 horas, pois com intervalos menores poderíamos oferecer um volume menor, ficar com o bebê em pé no colo por no mínimo 30 minutos e deixa-lo dormir com a cabeceira a 45°. Esta orientação se manteve até mais ou menos 8 meses.

As noites eram muito difíceis, pois associando a oferta do leite a cada 2 horas com o intervalo que tinha que ficar com ele no colo, tinha pouco mais de 1 hora para descansar e qualquer tosse ou ruído já era alarmante.O que nos fortalecia era olhar para o rostinho dele e ver que todos aqueles sintomas estavam sob controle, digo sempre no plural, pois a ajuda e apoio do meu marido foi essencial para que obtivéssemos sucesso.

O leite não alergênico com aminoácidos livres é extremamente caro, visto que no início usamos aproximadamente 1 lata a cada 2 dias, porém é fornecido pelo SUS mediante preenchimento de relatórios pelo médico e comprovação através de exames clínicos e laboratoriais.

Os alimentos foram introduzidos isoladamente nas sopinhas, oferecíamos por 3 dias a sopa com um único legume e algum tipo de proteína para avaliar se tinha piora ou não dos sintomas e aos poucos começamos a juntar os legumes e Graças a Deus ele não apresentou alergia a outros alimentos.

Aos 8 meses voltei a trabalhar e o pequeno entrou no berçário, fiquei bastante preocupada e na semana de adaptação eu chorava o tempo todo, com certeza a minha adaptação foi mais difícil do que a dele, mas a escola é excelente e foram muito acolhedores. Conversei com a coordenadora pedagógica sobre toda a nossa história e ela me deu uma lista para assinalar tudo e que ele podia receber e pediu que sinalizasse o que não podia.

Ele recebia as mamadeiras e fazia as refeições no bebê conforto e ficava lá por 30 minutos após se alimentar, além disso, levei para a escola um anti-refluxo duplo para colocar embaixo do colchão do berço para que ficasse inclinado.

Além de todas as orientações, fiz um bilhete com letras gigantes e coloquei na repartição transparente que fica na primeira página da agenda, orientando sobre mantê-lo elevado e não oferecer nada que contenha leite. Todos os dias enviava o leite já com as medidas separadas junto com o espessante e a cada 10 dias mais ou menos escrevia “só para relembrar” e alertava sobre o que deveriam fazer.

Depois que ele fez 1 aninho, começamos a diminuir a dose do espessante e mais ou menos com 1 ano e 3 meses conseguimos excluí-lo totalmente. Lorenzo fazia também um tratamento medicamentoso contínuo até mais ou menos 1 ano, e tentávamos tirar a medicação mas sempre voltávamos devido aos sintomas.

Ana-Lorenzo

Hoje o pequeno esta com 1 ano e 9 meses, continuamos com o leite de aminoácidos livres sem espessante e já introduzimos alimentos com traços de leite, porém nos testes que fizemos com alimentos que possuem leite, não obtivemos sucesso, ele ainda tem bastante desconforto e chora muito.

Aos 2 anos faremos a nossa próxima consulta com o gastro-pediatra e receberemos uma nova lista de introdução de alimentos, pois a orientação que nos passou é que alergia alimentar se cura com dessensibilização mas tem que ser com orientação médica de acordo com a tolerância da criança e tratamento dos sintomas quando mais intensos.

Queridas mamães prestem muita atenção nos pequenos, pois nem sempre aquilo que dizem ser normal realmente é... Alergia alimentar pode se manifestar como um refluxo exacerbado e isso causa enorme desconforto. Na dúvida, sempre investiguem, questionem, duvidem e se informem.

Ana

segunda-feira, 1 de setembro de 2014

Lanches saudáveis para lancheira (vale para bebês e crianças)

Na escolinha da Manu, quando o bebê começa a andar firme ele é promovido para o Maternalzinho, deixando as regalias e o mundo “bebê” do berçário. Agora que ela está no maternal a escola me avisou que tenho que mandar um lanchinho da tarde. Eu pirei o cabeção aqui para conseguir saber o que inventar de lanche, por que em casa é mais fácil oferecer coisas saudáveis, mas para escola, preciso mandar coisas práticas e fáceis e a maioria das comidinhas assim não são nada saudáveis.

Fui pesquisar no santo google dicas de alimentos para mandar na lancheira e descobri uma matéria do UOL com várias opções:

LANCHE 1:

lanche

1 fatia de 100 g de bolo de banana caseiro integral (veja a receita a seguir) e 250 ml de suco de uva integral. A bebida pode ser de caixinha, desde que não contenha açúcar, corante e excesso de conservantes. O suco de uva previne doenças cardiovasculares e diabetes. Já o bolo integral é outra forma de oferecer doce saudável para a criança

BOLO DE BANANA INTEGRAL

Ingredientes:

10 a 12 bananas nanicas bem maduras, em rodelas;
1 xícara e 1/2 (chá) de farinha de trigo integral;
1 colher (chá) rasa de fermento;
3 ovos inteiros;
1/2 xícara (chá) de nozes picadas;
2 colheres (sopa) de óleo de girassol ou óleo de coco;
1 vidro de leite de coco light;
1 colher (café) de canela;
1 xícara e ½ (chá) de açúcar de coco ou açúcar mascavo

Modo de preparo: bata as claras em neve e reserve. Em outro recipiente, bata as gemas com o açúcar e o óleo até formar um creme claro. Quando o creme aumentar de volume, acrescente a farinha, o fermento e o leite de coco. Desligue a batedeira e insira, delicadamente, as bananas, as nozes, a canela e a clara em neve. Despeje a mistura em uma forma untada com manteiga e farinha e leve ao forno preaquecido por 35 a 40 minutos

LANCHE 2:

cereja

Sanduíche feito com pão francês integral, 1 fatia de mussarela de búfala, tomate cereja, manjericão à vontade e 1 fio de azeite. Para acompanhar, 250 ml de suco de pêra. A bebida pode ser de caixinha, desde que não contenha açúcar, corante e excesso de conservantes. Acrescentar legumes e ervas naturais ao lanche é uma forma de habituar a criança a consumir esses alimentos. A mussarela de búfala é uma opção saborosa e mais saudável se comparada a embutidos como presunto e peito de peru, que contêm grandes quantidades de corantes e gordura saturada.

LANCHE 3:

milho

Milho de uma espiga cozida com pouco sal e 250 ml de suco de tangerina. A bebida pode ser de caixinha, desde que não contenha açúcar, corante e excesso de conservantes. O milho é rico em vitamina A, importante para garantir a boa saúde dos olhos. Já o suco de tangerina contém vitamina C, que ajuda a proteger o organismo de diversas doenças, além de ser antioxidante.

LANCHE 4:

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6 unidades de cookies integrais e 250 ml de suco de maçã integral. A bebida pode ser de caixinha, desde que não contenha açúcar, corante e excesso de conservantes. Os cookies integrais são fontes de carboidratos complexos, que liberam energia gradualmente para o organismo, mantendo o pique das crianças durante todo o dia. Já o suco de maçã é rico em quercetina, substância que favorece a imunidade.

LANCHE 5:

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1 fatia de 100 g de bolo caseiro de laranja com nozes (veja receita a seguir) e 250 ml de suco natural de abacaxi com hortelã. O doce caseiro é muito mais saudável do que os industrializados, por conter fruta natural e oleaginosas, estas últimas fontes de gorduras do bem. Adicionar hortelã ao suco de fruta ajuda a combater infecções de garganta e de estômago, comuns em crianças que estão no início da vida escolar.

BOLO DE LARANJA COM NOZES

Ingredientes:

1 xícara (chá) de farinha de arroz;
1 colher (sopa) de amido de milho;
suco de 2 laranjas; raspas de 1 laranja;
1 xícara (chá) de açúcar mascavo;
2/3 xícara (chá) de leite de coco;
1/2 xícara (chá) de nozes trituradas até obter uma farinha;
1 xícara (chá) de óleo de coco ou óleo de canola;
2 gemas;
1 colher (chá) de fermento em pó;
2 claras em neve

Modo de preparo: preaqueça o forno a 180ºC. Bata na batedeira, por dois minutos, as gemas com o açúcar e o óleo. Acrescente a farinha de arroz e o amido. Bata por mais dois minutos. Adicione o suco de laranja, a raspa de laranja e o leite de coco. Bata por mais dois minutos. Coloque o fermento, a farinha de nozes e as claras em neve. Mexa delicadamente. Despeje a mistura em uma forma, untada com óleo de coco e farinha de arroz. Leve ao forno por cerca de 20 minutos ou até espetar um palito no centro do bolo e ele sair seco. Espere esfriar para desenformar.

LANCHE 6:

lanche 3

Sanduíche de pão francês integral com três colheres de sopa de pasta de frango com ricota (veja receita a seguir), 250 ml de água de coco e 1 banana. O sanduíche garante absorção lenta do açúcar e geração constante de energia para a criança. A água de coco hidrata e é fonte de minerais, como cálcio e magnésio. Já a banana é rica em potássio e fibras

PASTA DE FRANGO COM RICOTA

Ingredientes:

250 g de peito de frango cozido;
4 colheres (sopa) de ricota amassada;
sal e azeite a gosto.

Modo de preparo: misture todos os ingredientes. Tempere, tomando o cuidado de usar pouco sal.

LANCHE 7:

 cenoura

Sanduíche de pão de forma integral com 3 colheres de sopa de queijo cottage e cenoura ralada (temperado com orégano e azeite) e 250 ml de suco natural de laranja com cenoura. O lanche garante energia para o dia todo e fornece vitaminas, minerais e fibras, que auxiliam no trânsito intestinal.

LANCHE 8:

polvilho

6 a 8 unidades de biscoito de polvilho sem gordura e leite (à venda em casas de produtos naturais) e 250 ml de suco natural de abacaxi com laranja. O biscoito é uma fonte de gordura benéfica para a saúde. Já o suco contém vitamina C, que reforça o sistema imunológico.

LANCHE 9:

pão de queijo

4 pães de queijo caseiros pequenos (veja receita a seguir), 250 ml de suco de laranja natural e 25 g de uva passa. O pão de queijo caseiro pode ser feito em grande quantidade e congelado. Ele é mais saudável do que os produtos prontos vendidos em supermercados, que podem conter excesso de gordura e de sódio. O suco de laranja é rico em vitamina C. Mesmo perdendo alguns nutrientes com o passar do tempo, é mais saudável do que as versões industrializadas. Já a uva passa contém vitaminas, minerais e fibras.

PÃO DE QUEIJO (sem queijo)

Ingredientes:

500 g de batata inglesa ou batata baroa sem casca;
um pouco da água do cozimento das batatas;
2 xícaras (chá) de polvilho doce;
1/2 xícara (chá) de polvilho azedo;
1 colher (café) de fermento em pó;
1 colher (chá) rasa de sal marinho;
1/2 xícara (chá) de azeite de oliva;
1 colher (sopa) de sementes de chia

Modo de preparo: descasque e pique as batatas. Coloque-as em uma panela e cubra com água. Leve ao fogo até ficarem bem macias. Coloque as batatas em uma vasilha e amasse com as mãos ou com auxílio de um garfo. Acrescente o azeite, misturando bem e reserve. Em outra vasilha, misture os polvilhos com o sal, a chia e o fermento. Aos poucos, adicione o purê de batata na mistura de farinhas. Ao final, acrescente um pouco da água do cozimento até ficar em uma textura fácil de modelar. Unte uma assadeira com um pouco azeite e coloque as bolinhas. Leve ao forno preaquecido (220°C) e asse por cerca de 40 minutos.

LANCHE 10 :

bisnaguinha

2 bisnaguinhas integrais com geléia de fruta natural sem açúcar e 250 ml de suco de pêra. A bebida pode ser de caixinha, desde que não contenha açúcar, corante e excesso de conservantes. As bisnaguinhas integrais oferecem energia para o dia todo, enquanto a geléia é mais uma forma de inserir frutas na alimentação.

Fonte: http://mulher.uol.com.br/gravidez-e-filhos/album/2014/08/20/sem-ideia-do-que-por-na-lancheira-da-crianca-veja-dez-opcoes-saudaveis.htm?mobile&imagem=1

sexta-feira, 29 de agosto de 2014

Dicas Caseiras para bebê com Intestino Preso

Antes fazer ou seguir algumas das dicas que que vou passar aqui, lembre-se se falar com o seu pediatra e verificar se ele aprova que você ofereça algumas desses alimentos para o seu bebê.

Chá de Ameixa seca

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Ferva uns 90ml de água com três ou quatro ameixas secas e deixe esfriar, quando o chá estiver morno você pode oferecer para o bebê, na mamadeira caso ele já mame ou se ele só mama no peito, ofereça de colher ou no copinho.

Obs.: A pediatra da Manu que me ensinou esse chá quando ela tinha uns dois meses.

Vitamina

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Fonte: http://bebe.abril.com.br/materia/vitaminas-de-frutas-bem-nutritivas-para-os-pequenos

Troque o leite puro da tarde por um leite batido com mamão ou outra fruta que tenha poder laxante.

Obs.: Comecei a fazer isso quando a Manu tinha 5 meses.

Frutas

frutas

Fonte: http://ameliamajd.overblog.com/tag/saude/

Se o seu bebê tem muita prisão de ventre é importante que você evite frutas que não tenham muitas fibras, foque nas com efeito laxante como: laranja, tangerina, mamão, abacate, manga, quiwi, ameixa preta.

Obs.: Comecei a oferecer as frutas quando a Manu fez 5 meses, conforme orientação da pediatra.

Leite com água de ameixa seca

ameixa-seca

Coloque na mamadeira a água na quantidade normal para o preparo do leite artificial e acrescente as ameixas. Deixe descansar por algumas horas, retire as ameixas e depois prepare o leite da sua forma habitual com essa água.

Obs.: Comecei a fazer isso quando a Manu tinha uns 11 meses, mas converse com sua pediatra, pode ser que ela libere antes.

Mingau de Aveia com banana prata e ameixa

Aveia

Fonte: http://www.outramedicina.com/135/beneficios-da-aveia

Para bebês que usam leite em pó:

Ingredientes

150ml de água
3 colheres de sopa de aveia em flocos
1 banana prata
3 ameixas secas sem caroço

Modo de Fazer

Ferva a água com as ameixas, quando levantar fervura acrescente a aveia. Cozinhe a aveia em fogo baixo, mexendo de vez em quando por aproximadamente 6 ou 8 minutos, depende do fogão. A textura é bem molinha. Coloque o mingau em um prato com a banana já amassada e misture. Acrescente as porções do leite conforme a quantidade de ml de água usada que propõe a marca de leite em pó que você usa e misture. Eu sempre coloco uma medida a menos por que muita água evapora na fervura. Espere amornar e ofereça para seu bebê o mingau com as ameixas e tudo. Você pode trocar a banana por outras frutas como abacate.

Obs.: Comecei a oferecer quando a Manu fez 1 ano. Peguei essa receita no blog http://www.asdeliciasdodudu.com.br/

Azeite na comida

azeite Fonte: Oba Gastronomia

Coloque uma porção extra de azeite extra virgem na comida do seu bebê, o óleo também atua como laxante.

Obs.: Comecei a fazer isso quando a Manu estava com 10 meses.

Arroz Integral

arrozFonte: Panelinha IG 

A pediatra da Thiara sugeriu que ela sempre oferecesse esse tipo de arroz para sua bebê.

sábado, 23 de agosto de 2014

Restaurantes com espaços kids em São Paulo-SP

Chega um certo momento que sair com as crianças se torna um desafio né? Por isso, os restaurantes com espaço Kids são uma ótima opção para os papais que não querem deixar de sair e que querem um pouquinho de paz. O Pessoal do blog http://spcuriosos.com.br fez um post muito legal, de onde eu tirei essas informações.

América
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A unidade Alphaville tem a Fogofinolândia, cujo nome é uma homenagem à mascote Fogofino. Uma monitora supervisiona todos os dias a área, que tem fliperama, livros infantis e espaços temáticos como uma casinha para as meninas e uma construção para os meninos. O restaurante oferece ainda um cardápio especial para as crianças.

Alameda Mamoré, 877, Alphaville
(11) 4689-4000
Dom. a qui. 12h/23h30, sex. e sáb. 12h/24h30.

Applebee’s
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Todas as unidades têm a área Appleville, com monitores nos finais de semana, brinquedos educativos de madeira, fliperama, consoles de videogame e atividades recreativas durante as férias escolares e também no mês de outubro.

Alameda dos Arapanés, 508, Moema
Telefone (11) 5051-1946
Dom. a qui. 12h/24h, sex. e sáb. 12h/01h.

Bacalhoeiro

Além do brinquedão, com escorregador e piscina de bolinhas, o restaurante tem uma salinha separada à vista dos pais com dois videogames e recreadora durante as noites de terça a sexta e nos finais de semana. Também existe um cercadinho para crianças menores e um cardápio exclusivo para as crianças.

Rua Azevedo Soares, 1580, Tatuapé
(11) 2293-1010
Seg. 12h/16h e 19h/23h, ter. a sex. 12h/16h e 19h/24h sáb. 12h/16h e 19h/01h, dom. 12h/17h.

Badebec

O espaço só abre nos finais de semana e tem dois monitores que proporcionam atividades com desenho e quebra-cabeças. Para as crianças menores, o restaurante oferece brinquedos educativos.

Avenida Doutor Chucri Zaidan, 902, Shopping Market Place, Morumbi
(11) 5181-0695
Seg. a sex. 12h/15h e 19h30/21h, sáb. e dom. 12h30/17h e 19h30/24h.

Baião de Dois Interlagos
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Especializado na gastronomia nordestina o restaurante, que ocupa cerca de 1000m², reserva um local especial para as crianças.O espaço funciona nos finais de semana. O playground fica no jardim do restaurante e conta com escorregador, casinha de madeira e uma tela para escalada. O serviço não oferece monitores para cuidar das crianças.

Avenida Atlântica (antiga Av. Robert Kennedy), 2680, Interlagos
(11) 5524-9285
Seg. a qui. 11h/24h, sex. e sáb. 11h/1h e dom 11h/23.

Bracia Parrilla
Bracia-Parrilla

Parquinho com passatempos educativos, como fantoches e brinquedos de madeira ou encaixe. As crianças também podem aproveitar a piscina de bolinhas e o videogame. Uma monitora fica presente na hora do jantar, durante a semana, e por todo o horário de funcionamento nos fins de semana.

Rua Azevedo Soares, 1008, Tatuapé
(11) 2295-0099
Seg. a qua. 12h/24h, qui. a sáb. 12h/13h, dom. 12h/22h.

Bravo Pizza Bar

O restaurante oferece um clima aconchegante para as famílias.  O espaço kids fica aberto durante todo o horário de funcionamento do restaurante. Uma monitora acompanha as crianças (com altura máxima de 1,20m) enquanto elas se divertem no brinquedão. Costuma lotar nos finais de semana.

Avenida Iraí, 516, Moema
(11) 2076-3788
Seg. a dom. 12h/15h e 19h/24h.

Casa Pizza
mystique

O restaurante oferece uma brinquedoteca, onde instrutores propõe brincadeiras para as crianças. O espaço monitorado é por câmeras Uma televisão no salão principal permite que os pais acompanhem todas as atividades realizadas pelos filhos.

Rua Brasília, 90, Itaim Bibi
(11) 3078-6261
Seg. 12h/15h, ter. a qui. 12h/15h e 18h/24h, sex. 12h/15h e 18h/1h, sáb. 19h/1h e dom. 18h30/24h.

Casa da Fazenda
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O espaço abre nos almoços dos finais de semana. Uma equipe de monitores interage com as crianças, elaborando brincadeiras e jogos.

Avenida Morumbi, 5594, Morumbi
(11) 3742-2810
Seg. a qui.12h/15h30 e sáb e dom. 12h/17h.

Chácara Santa Cecília
C

Em parceria com a empresa Casa de Brincar, o restaurante oferece atividades recreativas de educação ambiental com criação de arte a partir de sucata nos almoços de sábados, domingos e feriados. Programação especial em datas comemorativas,  como Dia das Crianças e Páscoa. Existe também um espaço com livros e gibis.

Rua Ferreira de Araújo, 601, Pinheiros
(11) 3034-6251
Seg. 12h/15h30, ter. a qui. 12h/15h30 e 18h/01h, sáb. 18h/02h, dom. 18h/23h.

Jeca Jones
jecajones

Todos os dias, uma monitora acompanha os pequenos, que podem se divertir com brinquedão, videogames, bichinhos de pelúcia e pintura em azulejo. Aos finais de semana, um grupo de recreação fica presente. São cobrados 8 reais por criança a partir de 3 anos.

Rodovia Raposo Tavares, quilômetro 12
(11) 3726-1995
Ter. a qui. 12h/15h30 e 18h/24h, sex. e sáb. 12h/17h30; dom. 12h30 até último cliente.

Joey Steakhouse
joey

Crianças podem brincar na piscina de bolinhas e com a lousa, que fica no mezzanino. Há uma máquina de fliperama, cujas fichas são vendidas a 1 real cada e um simulador de corrida.

Rua Itapura, 761, Tatuapé
(11) 2295-0451
Seg. a qui. 12h/15h e 18h/23h30, sex. 12h/15h e 18h/24h, sáb. e dom. 12h/23h30

La Caballeriza

A área fica no andar superior e tem quebra-cabeças, livros para colorir, televisão e aparelho de DVD com filmes infantis. Uma monitora fica presente apenas nos domingos. Nos outros dias, apenas crianças acompanhadas dos pais ou de acompanhante podem frequentar a sala.

Alameda Campinas, 530, Jardins
(11) 3541-2220
Seg. a sex. 12h/15h30 e 19h/24h, sáb. 12h/01h, dom. 12h/18h.

Panneteria ZN

Panneteria-ZN

Fica no mezzanino. O espaço acomoda cerca de 15 crianças e tem brinquedos, videogames e filmes em DVD. A monitora só está presente em finais de semana, mas é possível deixar as crianças no ambiente a qualquer hora do dia.

Avenida Engenheiro Caetano Álvares, 4.740, Mandaqui
(11) 2236-6000
Todos os dias, 24 horas.

Pizzaria Paulista 10

São três brinquedões para a criançada: um para bebês de até um ano, outro que pode ser usado por quem mede até 1,20m e um terceiro, maior, para quem tem até 1,40m. Sete videogames de corrida atendem quem é grande para os brinquedões. As crianças são acompanhadas às sextas e aos finais de semana por uma pedagoga.

Rua Euclides Pacheco, 880, Tatuapé
(11) 2098-1010
dom. a qui. 18h/24h, sex. e sáb. 18h/01h.

Praça São Lourenço

Aos finais de semana, a casa abre a sala de recreação. Em parceria com a empresa Só Alegria, o restaurante oferece  uma equipe de monitores para entreter as crianças com atividades envolvendo materiais recicláveis, como garafinhas PET.

Rua Casa do Ator, 608, Vila Olímpia
(11) 3053-9300
Seg. a qui. 12h/15h e 19h/24h; sex. 12h/15h30 e 19h/01h; sáb. 12h/17h e 19/01h; dom. 12h/17h.

Trattoria Montecatini

São três mesas com brinquedos já detonados e jogos tradicionais como amarelinha e damas. Quando visitei a casa, não havia monitora. A casa informa que agora tem uma nos finais de semana. Fica no andar de cima. Tem refeições infantis a preços bem honestos.

Rua Cayowaá, 64, Perdizes
(11) 2586-4900 e 2589-2900
Seg. a sex. 12h/15h e 19h-23h30, sáb. 12h/24h e dom. 12h/17h.

Vento Haragano
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Sala de recreação com 6 monitoras nas noites de sextas-feiras, sábados, domingos e feriados. Espaço fechado, no andar de cima da casa. Tem videogame, DVD com projeção, e brinquedos em geral. Não funciona  nos outros dias da semana.

Avenida Rebouças, 1001, Jardins
(11) 3083-4265
Seg. a sex. 11h/16h e 18h/24h, sáb. 11h/24h e dom. 11h/23h.

Viccolo Nostro
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O charmoso e pomposo restaurante tem 3 ambientes diferentes – e  todas as mesas são enfeitadas com girassóis. Para as crianças, apenas nos finais de semana, o Viccolo Nostro oferece uma equipe de monitores, que desenvolve oficinas de desenhos e jogos recreativos, numa área que funcionava como sala de espera.

Rua Jataituba, 29, Brooklin
(11) 5533-3096 /5093-9314
Seg. a sex. 12h/15; Seg. a qui. 19h/0h; Sáb, dom. e feriado: 12h/16h30 e Sex. e sab. 19h/1h.

Fonte: http://spcuriosos.com.br/restaurantes-com-espaco-kids-em-sao-paulo/

quarta-feira, 13 de agosto de 2014

Papinha de beterraba com carne moída

A beterraba também é um alimento querido pela Alice (eu não gosto, mas ela adora, ainda bem). Então aproveito que ela pira nos legumes e sempre fiz muita papinha colorida por aqui, risos.

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Fonte da imagem: Quitandoca


Papinha de beterraba com carne moída

Ingredientes
- 1 beterraba cortada em cubos
- 1 batata cortada em cubos
- 2 “tiras” de repolho (eu corto o repolho ao meio e corto duas tiras, de 1 cm de largura cada)
- 200 g de carne moída
- 2 colheres de feijão cozido e batido no processador, até virar um creme
- alho, cebola e salsinha para temperar

Modo de preparo
Eu costumo cozinhar a beterraba com o feijão, o que deixa o feijão vermelhinho, e a beterraba bem molinha. Se você puder fazer isso, é o ideal. Se o feijão já está cozido, tudo bem. Coloque a beterraba em uma panela com água e cozinhe em fogo médio. Quando a beterraba começar a ficar mais molinha, coloque a batata e o repolho para cozinhar junto.Quando tudo estiver bem molinho, coloque no processador para misturar, apenas por alguns segundos, para ficar um creme com bastante pedacinhos.

Enquanto os legumes cozinham você pode ir preparando a carne. Refogue o alho e a cebola em um fio de azeite, coloque a carne e mexa bem, até começar a dourar. Quando soltar água, abaixe o fogo e deixe a panela semi-tampada para cozinhar um pouco. quando estiver no ponto, coloque a carne no processador para tirar os gominhos, e deixar bem pequenininha para o bebê mastigar.

Misture a carne bem moidinha, os legumes já batidos e o feijão. Prontinho! Agora é só dividir em porções e congelar o que não for consumir na hora.

terça-feira, 12 de agosto de 2014

Quando nem tudo sai como planejado - depoimento de uma mãe

Gostaria de compartilhar um pouco da minha experiência e das dificuldades enfrentadas desde o nascimento de minha pequena, hoje com um ano e três meses. Quase tudo o que vivi fugiu muito do considerado "ideal" ou do "padrão", mas apesar de tudo posso dizer que hoje minha filha é uma menina forte, cheia de pique e de saúde, com desenvolvimento, estatura e peso dentro da normalidade, e que nós, mães, acabamos dando um jeito mesmo quando as coisas parecem começar a sair dos eixos. É uma mistura de instinto, dedicação e amor extremos, que nos fazem lutar e superar as dificuldades em nome dos nossos anjinhos, tão frágeis e dependentes de nossos cuidados.

Tive uma gestação extremamente tranquila! Apesar de ser bem gordinha (próxima dos 3 dígitos, manequim 50/52) e ter ficado muito preocupada que isso pudesse trazer transtornos, posso afirmar que durante a gestação toda nem parecia que estava gravida, só percebia por causa dos chutes e do tamanho da barriga, risos. Cuidei direitinho da alimentação, engordei apenas 7 quilos e minha bebê nasceu linda e maravilhosa na 40a semana por cesariana, com 48cm e 3.245kg! Ebaaa! Lindo e maravilhoso! Nem tanto.

baby 1 Fonte: Acervo Pessoal.

Desde o início, tive muita dificuldade com a amamentação (jamais achei que teria, pois tinha um "porte" bem avantajado, risos), mas minha filha perdeu quase 15% do peso nos primeiros dias de nascimento, ultrapassando o que os pediatras consideravam " aceitável", motivo pelo qual muito precocemente foi necessária a introdução de complemento (NAN).

A minha filha chorava quase o dia todo, e ouvir da pediatra a frase "sua filha chora de fome!!" foi como uma punhalada para mim, que a desejei tanto e queria tanto amamentar. Cheguei a usar medicamentos como o hormônio ocitocina e Equilid, sem sucesso. Ela tinha uma pega boa no seio, e até me machucava de tanta força que sugava... Mas o leite, inexplicavelmente, não descia em volume suficiente.

Baby 2 Fonte: Acervo Pessoal.

Em paralelo, descobrimos que ela sofria do tão temido refluxo (no caso dela era refluxo oculto, ou seja, ela não vomitava mas o leite subia e descia e machucava o esôfago), além de muitas cólicas. Isso gerou tremenda dificuldade com a alimentação dela, e eu acabei desistindo depois que tive uma séria infecção e precisei usar antibióticos. Eu ordenhava e jogava fora, para o pouco leite que eu tinha não secar, mas a verdade é que talvez não tenha tido um bom aconselhamento na época pra continuar tentando, e perto dos 3 meses o aleitamento materno cessou.

Baby 3 Fonte: Acervo Pessoal.

Mesmo com o leite artificial, ela nunca foi uma boa mamadora, tomava uns golinhos e logo virava o rosto. Nisso testamos vários leites, várias mamadeiras e ela sempre tendendo a ser uma bebê de baixo peso. Oferecia praticamente de hora em hora. Seguindo conselho da pediatra, fiz o teste de "deixar passar fome" pra ver se ela iria tomar com vontade, mas depois de 16h de jejum, adivinhem? Tomou 30 ml e rejeitou. Foi então que a pediatra disse foi: "é, você vai ter que ter paciência e dar um jeito". Bom, né? Tudo que uma mãe de primeira viagem, que nunca cuidou de primos ou sobrinhos precisava ouvir!
Me sentia um lixo de mãe por não conseguir suprir minha filha com todos os anticorpos e nutrientes de que precisava, entrei em uma séria depressão e a alimentação dela passou a ser uma neura pra mim.

Para piorar as coisas, aos 5 meses, ainda com refluxo, mesmo com medicação receitada pelo gastropediatra dela, ela resolveu rejeitar de vez a mamadeira, e me vi alimentando a minha bebê de colherinha, de ml em ml. Muito sofrimento!

Baby 4 Fonte: Acervo Pessoal.

Com 6 meses a pequena foi pra escolinha, mas como podem imaginar, a alimentação dela era terrível e ela logo perdeu peso e atingiu o percentil 10 (isto é, em cada 100 crianças da mesma idade, 90 pesavam mais que ela), então tirei férias por um mês, meu marido tirou na sequência e depois disso ela acabou não voltando mais para a escola (nesse ponto acho que vocês imaginam como estava minha depressão e ansiedade...

Com a introdução das papinhas de fruta e papinhas salgadas ( por volta dos 6 meses) a coisa foi melhorando um pouco, e descobrimos que ela, além do refluxo, (pasmem) simplesmente não gostava (e ainda não gosta) do sabor do leite! Continuávamos a tentar várias marcas, e até hoje o único que tem uma aceitação mínima é o tipo A de garrafa. Iogurte? Danoninho? Danete? Leite com fruta? Ela simplesmente recusava tudo!! Chegamos a pensar em alergia à proteína do leite de vaca, intolerância à lactose, tudo descartado.

Baby 5 Fonte: Acervo Pessoal.

E assim minha casa virou um laboratório para testar mil e uma combinações para tornar o leite sem gosto de leite, risos.

Com o tempo, notamos que ela tem uma preferência por alimentos salgados (diferentemente da maioria de nós), e desde a primeira papinha de legumes,ela comeu vorazmente. Comecei então a acrescentar leite nos purezinhos salgados que ela comia, colocar requeijão depois dos 9 meses no sopão dela, para assim minimizar o problema que a carência de cálcio poderia trazer.

Baby 6 Fonte: Acervo Pessoal.

Hoje posso dizer que conseguimos vencer a fase mais crítica em relação à não aceitação do leite na dieta. No decorrer das semanas, consegui introduzir alguns mingaus (salgadinhos, tipo molho branco), ou leeeeeeeevemente doces e com baunilha, (mas sem nada de Chocolate, ou daquele pó com sabor morango, ou daqueles mingaus de caixinha), pra camuflar o sabor. Nesse processo cheguei até a colocar uns grãozinhos de café solúvel no mingau, e ela adorou. A pediatra, a cada visita, me dizia: "não é o ideal, mas em certos casos precisamos esquecer o ideal e fazer o viável, e se esse é o jeito que ela aceita o leite, que assim seja, pois até os 2 anos sem leite ela não pode ficar". E assim ela foi, aos trancos e barrancos, timidamente, crescendo e recuperando o peso.

Hoje tenho certeza que se não fosse minha dedicação 24h por dia, ela não teria voltado ao percentil 50 em peso e altura (hoje está com aprox. 80 cm e 10.500kg).

Ela continua usando os remédios para refluxo, e sua alimentação hoje, depois de muito esforço, é composta por: 3 refeições com cerca de 200ml de leite "disfarçado", com muito papo e paciência, 2 refeições "frutais" (suco, fruta raspada ou vitamina), e 2 refeições salgadas.

É uma menina atenta, amável, espertíssima, carismática, doce, que dorme muito bem, interage bastante com adultos e crianças, dança, faz caras e bocas e é a alegria da família. Graças a Deus.

Baby 7

Sabe porque resolvi contar tudo isso? Para dizer que muita gente, seja da família ou não, sempre comenta MIL coisas, comparando seu filho com outros bebês, em todos os aspectos ( peso, altura, desenvolvimento no geral), o tempo todo, criticam, implicam, mas na hora H, de receber uma sugestão, uma solução, uma colaboração, pouquíssima é a ajuda real, e é preciso muita paciência, criatividade, amor e dedicação para que as coisas não saiam do controle. Se você tem um bebê padrão, ótimo!!! Mas digo às mães que vivem situações atípicas como eu: para tudo dá-se um jeito! E não liguem para críticas ou comparações maldosas, pois cada bebê é único!

Como disse em uma outra ocasião para as meninas, é por este motivo também que acho esse blog muito legal! Blogs como este podem auxiliar muitas mães, não por fornecer um "protocolo" do que é certo ou errado, mas por mostrar a experiência de diferentes mães que tiveram histórias bem diferentes (desde o tipo de parto até a questão da amamentação, por exemplo), demonstrando que há diferentes formas de "fazer certo" e de criar nossos bebês saudáveis e felizes.

Gostaria de fazer um apelo a todas as futuras mamães e mamães recentes, pois este foi um grande erro meu (que não cometerei com meu próximo baby, que está a caminho): nunca desistam da amamentação, por menos leite que tenham e por mais que o bebê ache a mamadeira de complemento bem mais "fácil". Sei lá, no meu íntimo acho que se eu tivesse insistido mais, as coisas teriam sido mais fáceis, a repulsa pelo leite provavelmente não seria tão grande (já que amamentar é muito mais do que alimentar e ela acabaria mamando mais pelo aconchego do que pela apreciação do sabor do leite).
Infelizmente não posso voltar atrás e tenho, dia após dia, feito o meu máximo. E fico muito feliz com a oportunidade de escrever este post, compartilhando minha experiência com mães que podem estar vivendo algo semelhante e podem pensar melhor sobre como vencer desafios como estes.

Por fim: acreditem na capacidade e no instinto de vocês pois, por mais que sempre muita gente fale muita coisa, ninguém no mundo fará melhor do que você!

Beijos a todos!
C. M.

segunda-feira, 11 de agosto de 2014

Introdução de alimentos para bebês - por onde começar?

Introduzir a alimentação além do leite materno no bebê é um assunto que nos deixa de cabelos em pé, não é? Eu ficava tensa só de pensar, com medo de a Alice não gostar da minha comida, se recusar a comer, medo de que fosse difícil pra caramba... No fim foi tudo bobagem, e a aceitação dela foi excelente!

 

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Começamos a introdução alimentar na semana que ela fez 6 meses, oferecendo inicialmente o almoço, 1 colher de sopa da papinha. Fomos aumentando gradativamente e em um mês ela já comia cerca de 4 colheres de sopa. Depois de um mês comecei a oferecer a papinha também no jantar. Você ainda pode oferecer a mamadeira ou o peito novamente após o almoço, para que ela fique totalmente saciada. Muitas vezes a criança fica cansada de comer, e terminar a refeição com o tetê pode ser essencial.

Para preparar a papinha dos primeiros meses, segui as instruções dadas pela pediatra, que agora compartilho com vocês:

Ingredientes
A – Vegetais Laxantes: Cenoura, chuchu, abóbora, abobrinha, beterraba, nabo
B – Vegetais Obstipantes: Batata, batata-doce, mandioca, mandioquinha, cará, ervilha, grão de bico, inhame
C – Hortaliças: Espinafre, couve, couve-flor, brócolis, acelga, almeirão, agrião, repolho

Modo de preparar
Cozinhar um alimento de cada grupo em água filtrada com um pedaço de carne magra (coxão duro ou peito de frango). Retirar a carne após o cozimento, e passar os legumes na peneira para amassar. Variar os legumes a cada 3 dias, verificando a aceitação da criança.

 

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Após essa primeira fase entramos na segunda fase das papinhas aqui em casa, aumentando a variedade de alimentos e introduzindo carnes e grãos. Após o almoço também oferecíamos uma fruta (banana-nanica, banana-maçã, mamão papaia, abacate ou maçã). Veja abaixo como preparar as papinhas da segunda fase.

Ingredientes para a papinha
A – 100g de carne de vaca, frango ou miúdos
B – Arroz, ervilha, lentilha, grão de bico, feijão
C – Batata, beterraba, cenoura, mandioquinha, abobrinha, abóbora, batata-doce, chuchu, mandioca, cará
D – Agrião, alface, almeirão, brócolis, espinafre, couve, escarola, repolho, vagem e couve-flor
E – Temperos: tomate, cebola, alho e salsinha

Modo de preparar
Levar ao fogo meio litro de água com a carne e um dos ingredientes de cada grupo (B, C e D) e os temperos. Cozinhar em fogo médio até estar tudo bem cozido. Amassar bem.

Conforme a criança for mostrando que tolera bem cada um dos alimentos usados, aumentar a variedade, até usar 2 de cada grupo em cada papinha.

Quando ela estiver comendo bem a papinha, acrescente gema de ovo cozida, começando por uma colher de chá, até chegar a uma gema inteira.

 

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Aqui fica uma dica de como eu fazia: como eu trabalho fora e levava a Alice para a empresa comigo, tinha que fazer tudo de forma prática, então fazia várias papinhas e congelava. O modus-operandi era um pouco diferente do que a pediatra sugeriu, mas o resultado dava certo. Eu cozinhava a carne na pressão e depois de cozida eu colocava os legumes no caldo da carne para cozinharem também. Para desfiar a carne usava o processador, e depois misturava todos os alimentos dos grupos C, D, E e F já cozidos e batia tudo. Dizem que não é o ideal, mas funcionava para mim. Sempre fazia 3 ou 4 combinações diferentes, e congelava tudo, em potes de vidro esterilizados.

Lá pelos 10 meses, quando Alice já estava acostumada com os sabores e os dentinhos começavam a apontar, comecei a dar os alimentos mais em pedaços. Ela estranhou, achou difícil de comer, e por isso até hoje eu incluo um purezinho na marmita. Hoje a comida dela normalmente tem: 1 colher de arroz integral (ou macarrão de letrinhas) + 1 colher de grão (feijão, lentilha ou grão de bico) + 2 legumes picados e cozidos + 1 verdura picada e cozida + 1 purê (de abóbora, ou mandioquinha, ou batata, ou cenoura) + temperos + 1 fio de azeite + 1 pitada de sal.

Ah, lembrei de uma coisa engraçada! Quando ela começou a fase 2 das papinhas comentei com a pediatra que mesmo a gente higienizando a boquinha dela com a dedeira, percebia que ela tinha mal hálito. A pediatra me pediu então para diminuir a quantidade de alho nos temperos. Gente! A bebê tinha bafinho de alho! Imagina, rs!

Se tiverem alguma dúvida ou sugestão para o preparo das papinhas, vamos adorar saber. É só escrever nos comentários.

E para quem quiser o contato da nossa pediatra querida: Theresa Mathilde Sabato Romano - Praça Dr Sampaio Vidal, 265, Vila Formosa - 2781-7731

terça-feira, 27 de maio de 2014

BPA Free - Você sabe o que é isso? Muito importante!

BPA é uma substância popularmente conhecida como Bisfenol A, utilizada na produção de policarbonato, que é um componente do plástico e tem como característica a transparência, a resistência térmica e mecânica.

Adivinhou onde esse material é usado? Sim, nas mamadeiras e copinhos infantis, além de outros inúmeros materiais plásticos.

Estudos recentes geraram muita polêmica sobre o BPA, levantando dúvidas quanto à sua segurança. Isso abriu discussão sobre o assunto em diversos países. Em 2010, a Organização Mundial da Saúde se aprofundou nesse assunto e concluiu que ainda é incerto o resultado da toxidade desse material para o homem, mas por precaução, alguns países inclusive o Brasil, optaram por proibir a fabricação e produção de mamadeiras que contenha o Bisfenol A.

Lembrando que para as demais aplicações (pratinhos de plástico, copinhos, colheres...) o BPA ainda é permitido.

Mamães, acho que na dúvida não vale arriscar né? Procure produtos que informem a composição na embalagem e que digam que são BRA FREE.

Eu, comecei a procurar produtos com essa informação inclusive para mim e para o meu marido, acho que na dúvida, melhor não usar né hehe



Fonte: http://www.inspiredwater.org/2012/08/did-you-know-that-mavea-is-bpa-free/

Fonte: http://portal.anvisa.gov.br/wps/portal/anvisa/anvisa/home/alimentos/!ut/p/c4/04_SB8K8xLLM9MSSzPy8xBz9CP0os3hnd0cPE3MfAwMDMydnA093Uz8z00B_A3cvA_2CbEdFADQgSKI!/?1dmy&urile=wcm%3Apath%3A/anvisa+portal/anvisa/inicio/alimentos/publicacao+alimentos/bisfenol+a